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Mrs Rosa Parks, a Negro seamstress, being fingerprinted after her refusal to move to the back of a bus to accommodate a white passenger touched off the bus boycott, Montgomery, Alabama, 1956. (Photo by Underwood Archives/Getty Images)
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O desprezo pela história da luta dos negros pelos seus direitos democráticos pelo Estado Norte-Americano é notório. Os símbolos de luta e os personagens desta história são esquecidos total ocupacionalmente não por acaso. Um caso recente chama a atenção. A casa em que morou Rosa Parks que foi restaurada corre o risco de ser jogada fora, a cidade de Detroit, onde ela residia por determinado período não manifestou interesse em transformá-la em museu para preservar a memória daquele momento histórico da luta dos negros e da própria Rosa.

Rosa Parks fora uma ativista pelos direitos civis dos negros norte americanos, em 1955 um gesto seu tornou-a famosa mundialmente ao denunciar mundialmente a situação do negro naquele país e em particular no Estado do Alabama. Rosa recusou-se a ceder seu lugar em um ônibus a uma pessoa branca, como mandava a lei, em vigor no Estado desde 1900. Presto de resistência ao sistema racista lhe rendeu multa e prisão.

Pouco tempo após o caso Rosa foi morar em Detroit, em uma casa com mais 17 pessoas. A casa guarda e revela a forma mesmo de como o estado realizava a organização domiciliar naquele período. Dividia-se os bairros, aos negros eram reservados verdadeiros guetos. Rosa Parks morreu em 2005, aos 92 anos.

A sobrinha de Rosa Rhea McCauley, que também morou na mesma casa em Detroit junto com Rosa, em 2014, ao saber que a casa estava na lista para demolição, comprou-a por US$ 500. Decidiu preservá-lo como memória da luta dos negro, da situação dos negros e de própria Rosa Parks.

Ela contratou o artista Ryan Mendoza que desmontou a casa e levou a Berlim na Alemanha em contêineres e lá foi mantida e restaurada. A casa foi a leilão, sem interessados, uma oferta de um milionário chinês e a fundação de arte pretende uma exposição temporária. Ryan e McCauley pretende, no entanto, que a prefeitura de Detroit interesse-se pela.casa vido sua importância histórica, como expressão de um período da história americana, ainda não totalmente terminado.

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