Sob o ataque da direita
Precisamos esclarecer que a mulher não está insegura ou preocupada com o desemprego, o medo é impulsionado pelos ataques da burguesia que sofremos diariamente e não só no trabalho
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
OLYMPUS DIGITAL CAMERA
Retrato comum de uma mulher no comércio, um dos setores mais frágeis da economia | Foto: Cristiano Jesus

As mulheres são um grupo muito afetado pela crise financeira, fato esse que sempre denunciamos e continuaremos denunciando. A nova pesquisa trimestral da CNI (Confederação Nacional da Industria) que afere os índices de medo do desemprego e satisfação com a vida entrevistou duas mil pessoas em 127 municípios do país entre os dias 17 e 20 de setembro. A pesquisa trouxe novos dados sobre grupos da população, com destaque para as mulheres e os jovens.

Os dados colhidos evidenciam a disparidade entre homens e mulheres na questão do emprego. Enquanto os homens possuem 46,8 pontos no índice de medo do desemprego, as mulheres possuem 62,4 pontos. Uma diferença de 15,6 pontos e que aponta fortemente para a fragilidade do emprego para as mulheres. A juventude também se encontra sobre medo do desemprego, tendo índice na casa dos 57 pontos.

A interpretação correta dos dados passa pelo reconhecimento dos ataques que a burguesia em geral faz às mulheres e à juventude por meio da política bolsonarista e também da política civilizatória. Como grupos significativamente grandes de nossa sociedade e que necessitam de suporte social, o ataque às estruturas de apoio à mulher e à juventude tem papel crucial no cerceamento dos direitos da mulher e do jovem.

Precisamos esclarecer a confusão posta pela imprensa golpista de que o índice caiu em comparação com outros meses do ano passado. Essa comparação não aponta para o progresso da recuperação econômica para população. Mas aponta para o sucesso do roubo do povo pelos patrões, ou seja, essa é a visão patronal da economia nacional.

O projeto fascista da burguesia tem como consequência submeter a mulher a escravidão doméstica de cuidar de filhos e outros dependentes, sem fonte alguma de renda, o que a faz depender do marido e aceitar todo tipo de violência. Esse é o maior objetivo dos inimigos das mulheres e do povo pobre em geral. O lugar da mulher deve ser no trabalho produtivo e remunerado, resguardados os seus direitos e com apoio da sociedade.

Precisamos denunciar toda a corja golpista e fascista que promove uma política de ataques desenfreados contra as mulheres sob inúmeros pretextos e desculpas para nos tornar escravas do lar, para retirar direitos e o apoio social indispensável nos tempos de pandemia e crise econômica. Precisamos esclarecer que a mulher não está insegura ou preocupada com o desemprego, esse medo é impulsionado pelos ataques que sofremos diariamente e que se manifestam em várias esferas da vida social, não só no trabalho. Precisamos nos unir contra o representante fascista e inimigo das mulheres! Fora Bolsonaro! Fora também todos os golpistas fascistas que vivem da demagogia com a mulher! Por Lula Candidato!

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas