Direita assassina
Assim como Dória e os demais golpistas, Bolsonaro e MEC também aprovam a volta às aulas sem vacina em plena pandemia
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(São Paulo - SP, 19/06/2019) Cerimônia de assinatura de termo de compromisso entre a CAIXA e o Comitê Paralímpico Brasileiro..Foto: Marcos Corrêa/PR
Doria e Bolsonaro juntos contra o povo brasileiro | Foto: Marcos Corrêa/PR

As declarações “oficiais” feitas por Bolsonaro e Milton Ribeiro em uma gravação ao vivo no final do mês passado revelou a intenção por parte do governo federal de abrir todas as escolas e universidades públicas do Brasil. A indicação da reabertura das escolas contrasta com a resolução do Conselho Nacional de Educação de permitir o Ensino à Distancia até o final de 2021. Esta primeira resolução ainda carece de aval e, ao que tudo indica, será rejeitada.

A principal fala foi de que o “parecer do MEC é em defesa do ensino presencial”. Embora o pronunciamento não seja oficial, e portanto, não regule as próximas resoluções do CNE e demais conselhos, a fala revelou a intenção de Bolsonaro e do MEC de reabrir todas as escolas e universidades públicas.

É preciso ressaltar que o governo federal não é o único que se dispõe a reabrir tudo durante à pandemia importando o número de mortos. Junto com Bolsonaro e seus ministros estão os governadores golpistas como Doria, Zema, Ratinho Jr. e Cia. Ou seja, apesar de a direita tentar se apresentar como duas alas separadas, isto não é uma verdadeira realidade no que diz respeito aos ataques contra a população.

Segundo a propaganda, uma primeira ala seria científica e civilizada; a segunda negacionista da ciência e bárbara. Porém, nos ataques contra o povo, e neste caso, contra a juventude mais especificamente, estas duas alas são equivalentes, não diferem em nada. É perceptível que as diferenças entre a ala civilizada liderada por Doria e a ala bárbara liderada por Bolsonaro são superficiais. Ambas promovem, à sua própria maneira, o genocídio contra a juventude e contra o povo em geral.

O principal motivo da diferenciação estabelecida artificialmente pela imprensa golpista e, estimulada pela esquerda no início da pandemia, é a concretização do golpe do estado de 2016 e o fim da polarização política com o restabelecimento da política tradicional por meio de uma vitória eleitoral da direita em 2022.

Na prática, os ataques ao povo não são exclusividade do bolsonarismo. Pelo contrário, ambos os ataques possuem um apoio mútuo. Quando Doria iniciou a reabertura das escolas públicas em São Paulo no começo do mês de Outubro não houve contraposição do governo federal, como nos outros casos, o que se demonstrou foi permissão e incentivo. Neste sentido, o que podemos esperar é uma intensificação dos ataques da direita.

É preciso ressaltar que a estratégia da burguesia com a promoção da Frente Ampla e da “direita civilizada” é rebaixar a esquerda para um papel secundário na política e à reboque da direita golpista. O resultado só pode ser um: melhores condições para a burguesia sobreviver à crise às custas do povo, com menor resistência aos ataques da direita contra o povo. Este é o plano da direita para a juventude e para o resto da população.

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