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O ministro bolsonarista  do meio ambiente, Ricardo Salles, não contente em entregar de mão beijada a Amazônia para o imperialismo e a exploração desenfreada deste grande patrimônio do povo brasileiro pelos países estrangeiros, criou um conceito novo para tentar esconder o cada vez mais crescente desmatamento desenfreado e ilegal para favorecer latifundiários, mineradoras e grileiros de terra.

Salles em entrevista criou o termo “zero relativo”. A explicação esdrúxula do ministro é para esconder o desmatamento da floresta Amazônica que atinge níveis alarmantes. Para o ministro “zero relativo” equivale a 7500 quilômetros quadrados de florestas desmatadas somente este ano. Ou seja, o termo é uma farsa total. Não há nenhuma explicação lógica plausível para esta definição que não seja esconder a política de incentivo ao desmatamento ilegal.

É uma clara tentativa de esconder o desmatamento ilegal que beneficia diretamente a grilagem de terras públicas na Amazônia e, neste momento, ameaça as unidades de conservação e as terras indígenas.

O que há na verdade é uma política de saque da riqueza nacional para favorecer um punhado de capitalistas. No caso da Amazônia, quem irá se beneficiar única e exclusivamente são os monopólios internacionais, e os setores ligados diretamente ao agronegócio nacional e internacional.

A única forma de barrar essa ofensiva é por meio da mobilização popular. A qual tem que colocar em perspectiva a derrubada de todo o regime político e todos os golpistas.

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