Massacre: palestinos mortos pela repressão israelense chegam a 62 em um único dia

palestina

O genocídio contra o povo palestino na faixa de gaza segue fazendo vítimas. O imperialismo norte americano, por meio de seu estado artificial e fantoche de Israel, prossegue executando a resistência rebelde palestina. Verdadeiros crimes contra a humanidade, que nesse caso, conta com uma política organizada e de governo de duas nações: os Estados Unidos e Israel.

Os ataques se intensificaram em uma data de luta para o povo palestino, justamente na semana da “Nakba” que em árabe quer dizer “catástrofe”, pois no dia 15 de maio de 1948 foi criado o estado de Israel. Nessa data, os palestinos se organizam para a luta contra o estado de Israel, criado justamente para dizimá-los e que faz questão de  fazer jus ao título de catástrofe humanitária nessa semana.

Nos últimos dias, já foram mais de 60 palestinos mortos. A crise é tão grande que os hospitais estão abarrotados, com de mais de 2400 feridos e mutilados pelos ataques israelenses, na região da Faixa de Gaza. Uma pequena demonstração do que o imperialismo é capaz de fazer em nome de sua hegemonia global.

A região da Faixa de Gaza é situada ao oeste do estado de Israel e tem como limite no sul o Egito e também é zona litorânea com o Mar Mediterrâneo. Foi um dos poucos territórios palestinos que não caíram nas mão dos israelenses, que tem como objetivo imperialista eliminá-los de lá, mas que são constantemente derrotados pelos exército do Hamas.

É essencial ter a compreensão de que o imperialismo norte americano, e seus estados de aluguel como o de Israel, não têm nenhum senso de humanidade contra seus inimigos. Toda natureza de resistência aos ataques imperialistas deve ser prontamente apoiada pelas forças progressistas, de esquerda e socialistas. Quem não apoia os palestinos e o Hamas não pode ser considerado de esquerda e muito menos progressista e socialista.

Fora Estados Unidos e Israel da Palestina. Liberdade para a Palestina se autodeterminar como um estado autônomo e sem o massacre das potências imperialistas.