Secretário fascista
Secretário de Cultura vem ao Rio para encontro com artistas ‘bem comportados’ e exclui críticos a Bolsonaro por medo de ser desmoralizado

Por: Redação do Diário Causa Operária

Depois de algum tempo desaparecido, o secretário Especial da Cultura do governo Bolsonaro, o ator Mário Frias, aparecerá em um encontro com artistas “bem comportados” e promotores de eventos, inclusive uma área que vive um período de pavor financeiro com a pandemia e com a crise financeira que assola o mundo. O encontro será na segunda-feira, dia 1º de março, no Assador Rio’s, onde o secretário vai escondido dos artistas críticos a Bolsonaro, porque não quer ser criticado e desmoralizado, selecionando “pessoas de bem”.

Nesse encontro de Frias, onde haverá uma seleção dos participantes que irão conversar com ele, sendo feita com todo cuidado para evitar a presença de “setores hostis, notadamente do setor cultural, ao governo Bolsonaro”.

Com estes encontros e reuniões, os bolsonaristas de plantão estão tendo com quem contar nesse quesito, porque desde que este secretário entrou para o governo, os “ideológicos” estão à vontade nas decisões da Secretaria de Cultura, ganhando muito em cima disso, enquanto a maioria esmagadora do setor artístico vem sofrendo com a administração desse governo. Ou seja, além de destruir a cultura, Mário Frias se dedica apenas para os setores capitalistas, utilizando o poder desse cargo para isso.

E não há interesse nenhum do governo fascista de Jair Bolsonaro e seus apoiadores golpistas em fazer algum programa que beneficie o setor artístico, já que o interesse verdadeiro é acabar com a arte e a cultura do país. Portanto, o que se entende é que as medidas que o governo fascista está tomando em relação à cultura e a toda classe trabalhadora, é um ataque para destruir a cultura. Bolsonaro e Frias trabalham apenas para interesses imperialistas, que vão de encontro com os interesses da população.

O interesse da direita, expresso pelo secretário fascista, não é ajudar o povo brasileiro em geral, incluindo o setor cultural, mas sim o interesse dos bancos e da alta burguesia. Deixando que as pessoas morram doentes ou de fome.

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