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Desde a morte da vereadora do PSOL do Rio de Janeiro, Marielle Franco, a direita golpista, em especial o setor mais importante dela, tem apresentado um verdadeiro show de cinismo. A rede Globo enquanto faz muita demagogia com o caso, aproveita para usar o assassinato para os interesses da política golpista. O general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, conseguiu a façanha de dizer que o assassinato justificaria mais intervenção militar no Rio de Janeiro.

Todo esse cinismo e demagogia têm uma explicação. A direita golpista sabe que a execução de Marielle aumentou a temperatura política do País, que já vinha aumentando. O regime golpista foi novamente colocado em xeque. A direita tratou então de controlar a situação política, acusando a esquerda de tentar “politizar” o caso, como se fosse preciso algum esforço para politizar um assassinato de uma vereadora de esquerda que é executada em plena intervenção militar da qual ela era crítica.

É preciso dizer claramente que Marielle é uma vítima dos militares que controlam a segurança no Rio de Janeiro. Não só porque sua morte tem todas as características de uma execução policial, mas porque são justamente os militares que estão controlando o estado e tudo o que acontece está sob sua responsabilidade.

A intervenção militar no Rio de Janeiro está completando um mês e a única notícia realmente relevante que se produziu com ela, além das humilhações na Vila Kennedy, foi o assassinato de uma liderança de esquerda que era inimiga da intervenção e denunciava as barbaridades da polícia. Não há coincidências, em política, menos ainda.

Esse assassinato deve servir de alerta para toda a esquerda e os movimentos populares. Marielle muito provavelmente não será o primeiro caso se uma reação organizada contra o golpe, contra a direita e contra a intervenção militar não for colocada em marcha.

Marielle é uma vítima da rede Globo que agora faz demagogia e uma inimiga da intervenção militar que agora a direita usa cinicamente sua morte como pretexto. Nesse sentido, a reação da direita mais raivosa que não se intimidou com a demagogia e atacou Marielle depois de morta revela com mais clareza o que está em jogo. Trata-se de uma ofensiva contra o povo e suas organizações, uma ofensiva impulsionada pelos donos do golpe.

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