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Lilian Miranda, da corrente Educadores em Luta

O mês de março começou já com o atraso de pagamento de professores da rede estadual de ensino de São Paulo. Os vencimentos foram provisionados na Secretária da Fazenda no último dia de fevereiro, porém professores que tinham aula em substituição não viram o pagamento provisionado.

O problema é geral, a alegação é que houve inconsistência no pagamento. O que significa isso? Sempre que ocorrem essas aberrações dizem que foi “problema no sistema”. Nunca é o problema de quem está atrás  da máquina, ou de quem governa o Estado.

No dia 2, um comunicado que os professores categoria O vão receber após o dia 10 de março, uma medida institucional, pois o prazo é o dia 9 de todo mês. O professores categoria O sempre penalizados pelo governo fora da lei.

Diante de mais esse absurdo é necessário que os professores deflagrem sua greve no dia 8 de Março, pois sem aumento, mais de 2.000 salas fechadas e agora o atraso do pagamento, não temos mais opção: ou derrotamos o golpe ou vamos ficar sem trabalho e sem salário.

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