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Saúde
Marchezan joga 1840 trabalhadores na rua após fechar 8 postos de saúde
A direita segue praticando seus ataques fascistas contra os serviços públicos que a classe trabalhadora utiliza, como a saúde pública
Frentes Parlamentares. Reuniões de Bancadas
Saúde
Marchezan joga 1840 trabalhadores na rua após fechar 8 postos de saúde
A direita segue praticando seus ataques fascistas contra os serviços públicos que a classe trabalhadora utiliza, como a saúde pública
Nelson Marchezan, prefeito golpista de Porto Alegre. Foto: Pedro França/Agência Senado
Frentes Parlamentares. Reuniões de Bancadas
Nelson Marchezan, prefeito golpista de Porto Alegre. Foto: Pedro França/Agência Senado

Da redação – Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), até o fim do mês o Instituto Municipal de Estratégia da Saúde da Família (IMESF), em Porto Alegre, será fechado. Essa ação autoritária e completamente ilegal do STF acarretará no desemprego de 1840 trabalhadores, que perderão seus empregos por um capricho do Judiciário. Além disso, milhares de famílias serão prejudicadas, pois ficará em falta o serviço que o Instituto prestava às famílias do local. Ao menos oito postos de saúde serão fechados, onde médicos, enfermeiros e outros trabalhadores serão jogados na rua.

Nelson Marchezan, prefeito de Porto Alegre, ainda tem a cara de pau de se aproveitar do momento delicado que os trabalhadores estão passando com esse ataque dos direitistas e atacou os sindicatos, a fim de avançar na terceirização do serviço de saúde do município, que já precário. Marchezan, em sua pura demagogia, tenta resolver um problema que ele mesmo tem responsabilidade direta, atacando as organizações dos trabalhadores, nesse caso, os sindicatos.

O IMESF enfrenta desde 2011 um processo jurídico da Associação Brasileira em Defesa dos Usuários de Sistemas de Saúde (Abrasus), que vem questionando a validade da lei que possibilitou a existência do IMESF. Havia dúvida por parte de algumas entidades sobre a contratação dos funcionários pelo instituto, já que eles não passariam por concurso público, sendo assim, não seriam servidores públicos municipais. Contudo, a prefeitura foi realizando as contratações durante 8 anos e dando atendimento à população.

Na terça-feira (17), os trabalhadores foram protestar na frente da prefeitura de Marchezan.