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O PSOL divulgou no sábado, dia 17, uma nota sobre a intervenção militar no Rio de Janeiro. A nota tinha a intenção de ser contra a decisão do governo golpista de nomear um general-interventor na segurança pública do estado, mas antes de qualquer coisa mostrou a incrível adaptação do partido à direita, especialmente no Rio de Janeiro.

Depois de alguma demagogia sobre a repressão ao povo pobre e à reforma da Previdência, a nota revela a política do PSOL quando entra nas propostas do partido para o problema. Logo na primeira, o PSOL pede “maior integração entre as polícias” e na quinta proposta pede “investimento em uma força tarefa (com prioridade de recursos) para a redução de crimes em áreas de maior incidência de criminalidade violenta”. Isso apenas para citar alguns pontos.

Enquanto o governo golpista coloca um general-interventor para controlar o aparato repressivo do segundo mais importante estado do País, tudo o que o PSOL sabe fazer a pedir “melhorias na polícia” seja lá o que isso significa além de uma maneira mais “limpinha” de reprimir o povo. Sobre o golpe e a ameaça de um golpe militar, nenhuma palavra.

Se nos estender muito, os comentários dos leitores do sítio Diário do Centro do Mundo (DCM), que publicou a nota, explicam muito bem o conteúdo da nota. Um deles diz o seguinte: “O PMDB causou tudo sozinho. Nada de Lava Jato e globo. 1 a 8 – mais polícia. Mais repressão. 9- ensinar o povo a apanhar da policia calado. O pior é que o Freixo UPP não a publica por causa da “ousadia” da nota.” Outro leitor diz: “A Luciana Genro já defendeu a farsa a jato diversas vezes. E ninguém do PSOL ataca a Globo, inimiga número 1 do país.”.

Os comentários dizem tudo. O PSOL não consegue se opor ao golpe, nem mesmo no momento em que o governo golpista coloca os generais para controlar um estado inteiro.

Mas você, leitor, deve estar se perguntando, onde entra o Marcelo Freixo nisso tudo? Pois bem, segundo informações do próprio DCM, até o momento da publicação, Marcelo Freixo ainda não havia publicado em suas redes sociais a nota de seu partido. Somente no domingo, um dia depois, a nota apareceu em seu Facebook, talvez a demora seja por que Freixo tenha achado radical demais contra os militares. Fato é que o PSOL, principalmente o do Rio de Janeiro, cada vez se adapta mais à direita golpista.

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