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A pré-candidata a presidência, Manuela d´Ávila, do PCdoB, postou em sua página no Facebook uma entrevista com um policial que faz parte de um programa “social” (Papo de Responsa) idealizado pela Polícia do Rio de Janeiro, uma polícia que é uma verdadeira fábrica de produção de mortos.

Manuela comemorou a ida desse programa da polícia para seu Estado, o Rio Grande do Sul, comentando que recebeu o policial carioca que participa do programa Papo de Responsa na Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.

Segundo ela, o programa “social”, produzido pela policia carioca, que está sendo expandido para outros Estados, como o Rio Grande do Sul, surge para que a população da periferia das grandes cidades do país, que são as vítimas da truculência e das barbaridades cometidas pela polícia, entenda o lado humano dos repressores policiais, as dificuldades que eles enfrentam ao ter que matar as pessoas, mas esperam que a população pobre, negra que morre nas mãos da polícia, também chore pelos policiais mortos ao combater o “crime”, o tráfico de drogas.

O programa Papo de Responsa da polícia carioca, é uma hipócrita tentativa da polícia de mostrar que a repressão policial é uma ato de defesa dos militares contra o crime organizado, e que as milhares de mortes de pessoas pela polícia que moram nas comunidades, bairros pobres, e na sua esmagadora maioria que são negros, não passa de acidentes, ou ainda pior: atos de “legítima defesa” de policiais armados contra civis desarmados.

A pré-candidata do PCdoB, Manuela d´Ávila demonstra sua identidade com a classe média direitista que acredita na polícia como instrumento de contenção da violência social, quando a realidade numérica aponta para a conclusão de que as polícias no Brasil são verdadeiras máquinas de extermínio da população pobre e negra nas periferias do país, se utilizando da demagógica campanha de combate ao tráfico de drogas.

Com o golpe de Estado e a intervenção militar no Rio de Janeiro, ficou mais evidente do que nunca que as polícias no Brasil estão a serviço dos golpistas, dos poderosos, contra o povo e suas mobilizações sociais.

Uma pessoa que se diz comunista deveria defender a população contra o braço armado do Estado capitalista, e não fortalecer a mentira social de que esta instituição assassina se preocupa com a vida dos pobre nas periferias do Brasil.

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