Por direitos democráticos
Com a intervenção bolsonarista na universidade federal, aumenta a mobilizações em defesa de um regime tripartite e contra a ditadura da burocracia na universidade.
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A maior universidade do Rio Grande do Sul sofreu uma intervenção de extrema-direita. | Foto: Reprodução

Um grupo chamado Comitê em Defesa da Democracia e do Estado Democrático de Direito lançou uma campanha em defesa da democracia e da autonomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e demais instituições de ensino superior no país.

Foram produzidos 13 vídeos com depoimentos de reitores e ex-reitores de universidades e institutos federais de diferentes estados e do ex-deputado nacional constituinte Hermes Zaneti.

Os vídeos foram publicados na página do Comitê no Facebook, e também em suas páginas no Youtube e Twitter, além de serem compartilhados também em outras mídias eletrônicas e redes sociais A iniciativa é semelhante a campanha feita com videos pelo DCO, Diário Causa Operária, em denúncia aos ataques hackers a este jornal digita.

Intervenção bolsonarista na UFRGS

Carlos André Bulhões Mendes é o novo reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mesmo sendo o último colocado da lista tríplice em consulta interna da universidade.

O atual interventor bolsonarista segue com seu programa, a política de destruição das universidades públicas impulsionada por Bolsonaro e toda direita golpista. Assim, Bulhões, terceiro candidato na lista tríplice nomeado pelo presidente, leva a frente o desmonte da própria UFRGS pela implementação de uma reestruturação ditatorial da universidade.

Para fazer frente a tal ataque, as tentativas institucionais são reconhecíveis, mas a única ação que impedirá a destruição da universidade é a mobilização combativa dos estudantes, bem como de toda a comunidade acadêmica.

Autonomia universitária e por um governo tripartite

Diante de todos este panorama, em que a extrema-direita utiliza o regime antidemocrático para aprofundar a ditadura, tudo isto colocado mostra a necessidade de mobilizar os estudantes através do programa da AJR, a Aliança da Juventude Revolucionária, a juventude do PCO, por um governo tripartite, formado não apenas por professores e servidores mas também estudantes, e que os chamados conselhos superiores tenham número de assentos proporcional à presença de cada um destes três setores nas universidades, escolas e institutos federais.

Os estudantes, professores, pesquisadores, servidores públicos devem se mobilizar pela construção de um regime tripartite do governo das universidades, que os tire da posição de submissão à verdadeira ditadura imposta pela burocracia universitária atual.

Fora Bulhões e Fora Bolsonaro

Toda a discussão deve ser em torno da mobilização combativa, não só contra Bulhões mas contra o próprio governo Bolsonaro. A gestão tríplice, de estudantes, professores e técnicos, deve substituir a atual gestão ditatorial por um fortalecimento do movimento estudantil e do movimento dos trabalhadores.

Por isso, os estudantes devem se organizar para continuar a radicalização de seus atos, bem como promover grandes assembleias para pautar seriamente a greve estudantil e, assim, exigir o “Fora Bulhões” e o governo tripartite da universidade!

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