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Prefeito da cidade disse que, apesar de o município ter dinheiro em caixa, não consegue encontrar fornecedores que entreguem cilindros em tempo hábil
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Manaus 06/05/2020 - Cenas dos leitos semi intensivos do hospital Platão Araujo sob responsabilidade do Governo de Manaus. Foto Jonne Roriz/Veja
UTIs em Manaus | Foto: reprodução

Segundo o prefeito de Manaus, Wilson Lima (PSC), o consumo de oxigênio na cidade subiu de 176 mil para 850 mil metros cúbicos por mês, o que gerou a falta do elemento necessário para a sobrevivência nos casos mais graves de Covid-19. Além disso, por conta do aumento do número de casos da doença, em dois meses, a cidade passou de 457 para 1.164 leitos ocupados.

Com isso, o prefeito pediu a ajuda do governo federal, do exército brasileiro e dos estados, já que além do alto consumo, não existem fornecedores no momento que consigam entregar o oxigênio em tempo hábil. Wilson Lima ainda disse que o município tem dinheiro em caixa, mas não pode comprar por conta da falta de produção e tenta adquirir o produto de Guarulhos, sendo necessária urgência para o transporte até a capital do Amazonas.

Fontes que preferiram não se identificar garantiram que o oxigênio terá se esgotado ainda hoje na cidade, até ao meio-dia.

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