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Identitarismo, política da direita contra Lula e os trabalhadores

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Ditadura terrorista

Mais uma execução: Colômbia já soma 229 ex-FARC assassinados

Aumenta a repressão contra o colombiano, com mais assassinatos de vários oposicionistas do governo, inclusive, ex-FARC

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Povo colombiano tem comtemplado uma verdadeira carnificina no país – Foto: Reprodução

Em mais de uma semana de protestos nas ruas, os colombianos reivindicam por uma reforma da polícia, o que tem ocasionado mais assassinatos brutais de manifestantes e ex-FARC. O estopim para o aumento dos protestos no país, foi o assassinato de Javier Ordóñez, 43, morto no último dia 8 de setembro, após levar sucessivos choques elétricos da polícia.

Agora, mais um nome se junta ao hall de assassinados. O ex-combatente das Forças Armadas Revolucionárias desmobilizadas do Exército Popular da Colômbia (FARC-EP), Nelson David Sánchez Segura, morreu na última terça-feira (22), após ser vítima de um atentado no município de Tumaco, no sudoeste do país, tornando-se o 229º ex-combatente morto após a assinatura do Acordo de Paz entre as FARC-EP e o Governo colombiano em 2016. O partido FARC denunciou o cinismo de Duque: “fala de paz perante a ONU, mas eles continuam a nos assassinar aqui”.

Desde o “acordo de paz” realizado em 2016, entre sindicalistas, líderes de movimentos sociais e indígenas e, ex-combatentes, os números estão quase atingido a casa dos mil assassinados, por forças policiais. Desses números, 349 são ex-guerrilheiros, sendo que mais da metade das mortes, foram no atual governo de Duque.
Vale lembrar que a polícia colombiana tem como apoio o exército norte-americano e grupos paramilitares de extrema-direita, todos financiados pela burguesia – especialmente os latifundiários, que são os grandes responsáveis pelo verdadeiro cenário de guerra que a Colômbia vive hoje, tornando o país que tem um um território pequeno, um dos mais perigosos do mundo.

Apesar de toda a demagogia do ministro da defesa, Carlos Holmes, em “reconhecer” que Ordóñes foi assassinado por policiais, o fascista e capacho do imperialismo, Iván Duque, não assistiu ao ato de reconciliação com os familiares das vítimas dessas chacinas, realizada na Praça Bolívar, em Bogotá, deixando muito claro que a intenção desse atual governo colombiano e despachante do governo estadunidense, é matar o povo por meio de uma brutal repressão.

Hoje, o que toda a população mundial pode observar, é um verdadeiro massacre sendo praticado contra o povo colombiano, por meio do aparato repressor do Estado, uma vez que tem acontecido um verdadeiro levante do povo contra as barbáries praticadas pela polícia, somado tudo isso ao roubo praticado pelo governo de Duque, com a remoção dos direitos sociais da população.

E mediante a tamanhas atrocidades, o que temos visto por parte da esquerda colombiana, são apenas solicitações de apuração de fatos, queda do ministro da justiça e mais uma série de protocolos parlamentares que não vai mudar em absolutamente nada, a situação deplorável em que a Colômbia se encontra.

É importante deixar claro, que a América Latina não é quintal de governo imperialista e é urgente uma verdadeira oposição com o objetivo de derrubar esse regime de fortes características fascista de Iván Duque, para que seja possível a criação de um governo dos trabalhadores, nos campos e nas cidades.

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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