Mais um tucano escapa da gaiola: processo de assessor de Bruno Covas apanhado com R$102 mil em espécie é arquivado

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Da redação – Um inquérito que julgava o caso de Mario Welber, encontrado com R$102 mil em dinheiro e 16 cheques da Caixa Econômica Federal em branco, em que estava escrito “Eleição 2014 Bruno Covas Lopes”, de origem “inexplicada” foi arquivado por “falta de provas”.

O simples fato da relação próxima, em cargo comissionado, de Welber com Covas (então deputado estadual) seria um indício fortíssimo para o entendimento do caso como criminoso. Mas não foi só isso: os cheques estavam com essas palavras escritas: “Eleição 2014 Bruno Covas Lopes”. Welber não explicou nem a origem, nem a finalidade do dinheiro e eximiu-se de fazer digressões sobre a série de “bicos” que vinha realizando nessa ou naquela área para levantar fundos.

Lula está preso há mais de 100 dias, nenhum de seus processos tem base real, muito menos flagrante e, da mesma forma, nenhuma das acusações foi arquivada e a defesa não obteve qualquer êxito na enorme série de recursos contra a situação inconstitucional que mantém o ex-presidente encarcerado e mudo.

Segundo o juiz do caso Welber argumentou cinicamente, “é certo que o delito de lavagem não se consuma pela mera ausência de comprovação da origem lícita da quantia transportada, sendo necessária a colheita de elementos de prova que indiquem o intuito de ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores, provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal. Nos autos não está sequer comprovada a materialidade de delito anterior”.