Mais um caso de assédio moral no Banco do Brasil, no DF

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O processo de golpe de Estado, que depôs a primeira presidenta mulher, eleita democraticamente com mais de 54,5 milhões de votos e deposta através do processo, farsa e comprado, do impeachmentno reacionário no Congresso Nacional, e que teve a sua continuidade com a eleição, mais fraudada de todos tempos, do fascista Jair Bolsonaro, golpe esse que contou com a colaboração, como grandes financiadores, dos banqueiros, nacionais e internacionais, tem com uma das consequências um grande aumento nos ataques aos direitos dos trabalhadores e de ameaças, no caso específica dos bancos, de assédio moral para com os bancários.

Os ataques são desfechados aos trabalhadores tanto como forma de pressão para o alcance de metas de vendas de produtos, como para os que tenham ações trabalhista na justiça, ou mesmo para os que apresentam doenças relacionadas ao trabalho.

Nesse último caso, em mais um exemplo, foi o que aconteceu a um funcionário do BB (que não vamos divulgar o nome por conta das retaliações já sofridas e das ameaças), que vinha sofrendo ameaças enquanto estava doente. A pressão foi tanta que o bancário acabou pedindo a sua demissão.

O banco, através dos seus chefetes capachos, mesmo sabendo que o funcionário estava doente recusou os seus atestados médicos e o encaminhou para o INSS. Com medo das consequências da pressão dos chefetes, ele retornou ao trabalho; na sua volta os carrascos o rebaixaram de função. Os ataques foram tantos que o funcionário, cedendo à pressão, acabou pedindo a sua demissão.

Esse é mais um caso, dos milhares que vêm acontecendo, nos bancos em todo o País.

Depois do golpe os banqueiros e capitalistas se sentiram à vontade para atacar ainda mais os trabalhadores. Não foi por acaso que toda a burguesia, nacional e internacional, se juntou para armar a fraude da última eleição, principalmente quando retiraram da eleição Luiz Inácio Lula da Silva que provavelmente ganharia em primeiro turno, para eleger o seu candidato fascista, que com certeza irá elevar a última potência os ataques a classe trabalhadora.

É necessário organizar imediatamente a resistência da categoria através de comitês de luta contra o golpe, pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas principais responsáveis pelos ataques, como ponto principal da luta dos bancários.