Menos Médicos: 5.372 já voltaram para Cuba e centenas estão de partida

2280_medicos_cubanos

Da redação – Já são 5.372 médicos que voltaram a Cuba desde que o governo cubano decidiu recolher seus profissionais devido às ameaças e imposições irregulares do fascista Jair Bolsonaro, presidente ilegítimo eleito pela fraude eleitoral, que anunciou publicamente o rompimento do acordo entre Brasil e Cuba sobre a participação dos médicos cubanos no programa Mais Médicos.

De acordo com fontes do governo cubano, em média saem do Brasil dois aviões com cerca de 200 médicos a cada dia em direção à ilha caribenha. Ontem (08), partiram de Brasília outros dois voos. Hoje, haverá mais dois voos para Havana partindo da capital federal, com cerca de 420 passageiros.

Em muitos desses voos, brasileiros que reconhecem o trabalho dos médicos cubanos têm ido se despedir nos aeroportos, prestando também sua solidariedade aos profissionais expulsos pela extrema-direita.

 

Até agora, foram 28 voos levando de volta os médicos cubanos para seu país. A previsão é que, até o final deste mês, todos os médicos que deixarão o Brasil voltem para Cuba. Segundo as fontes diplomáticas, alguns dos médicos que sinalizavam a intenção de permanecer no País, mudaram de ideia e também estão retornando à ilha. Poucos médicos deverão ficar no Brasil.

Havia por volta de 8.300 médicos cubanos trabalhando no Brasil por meio do Mais Médicos. Nos próximos dias, chegará a 6.000 o número dos funcionários que já voltaram a Cuba, demonstrando a plena consciência desses médicos de seu dever internacionalista e revolucionário, de servir a seu povo e não se deixar levar pelas mentiras e promessas enganosas dos serviçais do imperialismo norte-americano que foram impostas na presidência do Brasil.

A imprensa burguesa e a extrema-direita têm feito uma propaganda, que é denunciada em Cuba, buscando roubar os médicos de Cuba, à semelhança do que sempre fez o governo dos EUA para tirar de Cuba seus quadros profissionais que prestam importantes serviços ao povo. Mas a verdade é que os médicos estão voltando ao seu país, para continuarem a trabalhar para a saúde do povo cubano.

A decepção da direita e da imprensa golpista é tamanha com a fidelidade da imensa maioria dos médicos cubanos que resolveram dar destaque à raríssimas exceções de médicos que resolveram ficar no Brasil, muitas das vezes por terem estabelecidos relações familiares nos últimos anos, quando prestaram serviço no Brasil. Assim buscam anunciar com estardalhaço quando apenas quatro médicas cubanas (de um total de mais de 8.500) resolvem ficar no Brasil), por exemplo.