Mais de 500 crianças foram mortas por coalização saudita-americana no Iêmen

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O imperialismo, para manter seus interesses econômicos e políticos em todo o mundo, não hesita em fazer coalizões e acordos para protagonizar tragédias humanitárias e massacres contra a classe operária. Esse é um caso específico, o que articula norte-americanos com saudita, para massacrar e assaltar as riquezas petrolíferas do Iêmen.

Já foram mais de 500 crianças no Iêmen assassinadas pela coalizão entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita. Um verdadeiro crime contra a humanidade, que vem sendo cada vez mais mal disfarçado pelos norte-americanos, haja vista a questão das crianças separadas dos pais e enjauladas pela política contra a emigração feira por Donald Trump.

É importante entender que esses números foram contabilizados pela Organização das Nações Unidas (ONU), o que pode sugerir, que de fato eles podem ser bem maiores do que já são, posto que o imperialismo também domina essa instituição internacional. Pela continuidade do conflito, a tendência é de que mais crianças e outros civis sejam executados no Iêmen.

Em tempos de crise, o imperialismo tem a tendência de recrudescer os ataques aos países subdesenvolvidos. Para manter a farra dos capitalistas com o dinheiro e as riquezas da população mundial, patrocinam guerras e verdadeiros massacres, contra os governos mais nacionalistas que defendem com mais vigor a soberania nacional desses países.

Foi assim no Iraque, na Líbia, na Síria e está em andamento no Iêmen e também na Venezuela. Em nome de uma completa destruição da economia e dos parque industrial desses países, usam o já batido tema que combatem uma ditadura e estão levando a democracia para esses povos.

A única forma de enfrentar o imperialismo, e manter o controle mínimo da economia nacional, é fazer o enfrentamento político em defesa dos interesses da população em torno da soberania nacional.  Fora imperialismo do Iêmen.