Abaixo a campanha imperialista
Chanceler venezuelano denuncia campanha contra a Venezuela e anuncia o retorno de 200 mil cidadãos ao país
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Fora imperialismo da Venezuela | Reprodução

O governo da Venezuela anunciou o retorno de 200 mil cidadãos ao país através do “Plan Vuelta a la Patria” (Plano, Volta à Pátria). O programa lançado em 2018 pelo governo Maduro busca repatriar os cidadãos venezuelanos sem condições próprias de retornar ao país. O governo chavista disponibilizou 1,3 bilhão de dólares para os venezuelanos que buscam voltar ao país por melhores condições de vida devido à intensificação da crise econômica mundial pela pandemia do coronavírus. 

Como o chefe da diplomacia venezuelana, Jorge Arreaza, denunciou na XXXVI Conferência Regional das Organizações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), para América Latina e Caribe, a saída dos venezuelanos de seu próprio país nada teve a ver com fugir da fome, da miséria ou de uma suposta ditadura. A grande campanha promovida pelas imprensas internacionais, que são subservientes aos interesses do imperialismo, buscou manipular os acontecimentos do país de forma a transmitir a ideia do chamado “êxodo venezuelano” foi impulsionado pelo terror do governo Maduro.  

O chefe do Ministério das Relações Exteriores denunciou ainda a participação de agências das Organizações das Nações Unidas (ONU) na campanha para desgastar a imagem do presidente Nicolás Maduro e seu governo. Esse tipo de ataque tem como objetivo manipular a opinião da população de diversos países para legitimar as ações antidemocráticas dos países imperialistas que buscam controlar a economia e as riquezas do povo venezuelano. Os países imperialistas buscam no “apelo” social aval para intervir na política institucional da Venezuela, promover bloqueios econômicos, até mesmo invasões paramilitares (como já se tentou) e militares como estão planejando. 

É importante ter claro que os bloqueios imperialistas, em especial dos Estados Unidos, e a sabotagem da burguesia interna, de esconder produtos básicos para superfaturar com eles, foram os causadores da crise na Venezuela. Essas medidas antidemocráticas impediram o governo venezuelano de comprar alimentos, remédios e insumos básicos para a população. Foi essa conjuntura que promoveu a fuga de vários cidadãos venezuelanos para fora do país. 

Outro fator que impulsionou a emigração venezuelana foi a violência da extrema direita que matou várias pessoas simplesmente por serem chavistas, muitas pessoas foram queimadas vivas, outras morreram em explosões, além de outras tantas que sofreram ameaças. As pessoas foram atingidas também por uma série de sabotagens a instalações do governo como redes elétricas, abastecimento de água, comunicação e gás.    

A Venezuela é o único país em todo o planeta com um plano real de repatriação durante a pandemia do coronavírus. O país é exemplo de combate à doença, sendo um dos países menos atingidos, justamente por conta de sua política contraria ao imperialismo, o que faz com que sua população queira retornar. 

É preciso defender o governo da Venezuela e seu povo do imperialismo, ainda mais neste período, em que a burguesia imperialista tenta impulsionar uma guerra entre o Brasil e o país vizinho, o que seria uma maneira ainda mais dura de massacrar os trabalhadores na América Latina. 

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