Em nome do lucro, o genocídio
A Amozon divulgou ontem números catastróficos do coronavírus nos seus postos de trabalhos; mesmo altos, está longe de ser a realidade ainda mais profunda
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The Amazon Books store is seen in the Time Warner Center at Columbus Circle in New York City, New York, U.S., May 25, 2017. REUTERS/Shannon Stapleton
O imperialismo, como sempre, articulando genocídios | Foto: Reprodução

A Amazon divulgou nesta quinta-feira (01/10) novos dados sobre a disseminação do coronavírus entre seus funcionários, revelando pela primeira vez que mais de 19.000 trabalhadores, ou 1,44% do total, contraíram o vírus este ano. Os dados, da própria empresa, são provavelmente fraudulentos e muito mais catastróficos na realidade do que se apresentam nesses números.

Entre 1º de março e 19 de setembro, a Amazon contabilizou 19.816, somando-se suspeitos e confirmados, em  cerca de 1,37 milhão de funcionários da linha de frente da Amazon e Whole Foods Market, nos EUA.

Isso escancara a política genocida dos grandes capitalistas, banqueiros e dos monopólios que rifam a vida de milhares de trabalhadores já extremamente explorados para garantir seus altos lucros.

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