Povo do Amazonas abandonado
Sem medidas para o combate à pandemia, sistema de saúde em colapso e crise politica, o estado do Amazonas está à beira do precipício.
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Foto: reprodução. |

Segundo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) da última sexta-feira, mais da metade da população da capital amazonense vive em moradias que são consideradas aglomerados subnormais, como, palafitas, ocupações ou loteamentos. Todos estes locais com muita dificuldade de acesso a serviços essenciais, como saneamento básico – conforme explica o Gerente Nacional da Pesquisa, Maikon Novaes.

Simplesmente é um descalabro, que a primeira cidade do país que entrou em colapso em seu sistema de saúde por conta da pandemia do novo coronavírus, não recebeu medidas para os moradores que sobrevivem nestas condições subumanas, deixando os mesmos a própria sorte.

O padrão em que são construídas as moradias desta população, dificulta o acesso à assistência e saúde, além de não dar opção para manter o isolamento social que é necessário, para inibir a difusão da doença. Sem mencionar a falta de saneamento básico nestas regiões, o que não só contribui para a proliferação do coronavírus, mas de muitas outras doenças também.

Desde o início da pandemia na região, que o governador Wilson Lima (PSC), deu sinais de não dar a mínima para a complexidade dos fatos, dando declarações de que os números eram considerados com “estáveis”. Um vírus altamente contagioso, onde já constavam um grande número de óbitos ao redor do mundo, o mesmo considerou os números “estável”, para um estado totalmente pobre como o Amazonas, onde o sistema de saúde é mais do que sucateado.

Não é por acaso que o governador amazonense enfrenta hoje um pedido de impeachment. Além da grave crise da pandemia, que conta com mais de 22 mil infectados e quase 1500 casos fatais – até o momento – o estado conta com uma grande crise política, com o pedido de cassação da chapa, do atual governo do estado do Amazonas.O governo é acusado de comprar 24 ventiladores pulmonares sem licitação, por R$ 2,9 milhões. Cada ventilador custou R$ 104 mil. O mesmo equipamento, quando disponível, era comercializado no mercado por R$ 25 mil. Além do sobrepreço, a nota fiscal indica que o governo fez os pagamentos a uma loja de vinhos.

Enquanto toda essa bagunça acontece com o dinheiro dos cofres públicos, o povo do Amazonas sofre com a falta de infraestrutura e o total descaso do seu governo, que lembra muito bem do seu povo, em ano eleitoral.
O povo precisa se unir em formação de conselhos populares, para garantir que suas vidas e sua sobrevivência seja garantida, em meio a este caos, pois é a única forma de conseguir superar esta crise, é através de uma luta organizada.

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