Venezuela
Estados Unidos e União Europeia impõe mais 450 sanções unilaterais contra a Venezuela em meio a pandemia de Covid-19 mundial
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Nicolás Maduro, presidente da Venezuela | Foto: Marcelo Garcia/AFP
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Nicolás Maduro, presidente da Venezuela | Foto: Marcelo Garcia/AFP

Telesur – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, repudiou nesta segunda-feira (22) as mais de 450 sanções unilaterais impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia a seu país, que qualificou de ilegais e atribuiu a eles a provocação de uma crise humanitária de forma maliciosa e de premeditadas maneiras.

“Estamos enfrentando uma agressão econômica multidimensional, que tem ignorado os apelos das Nações Unidas e do povo venezuelano para deter essas ações em tempos de pandemia”, disse ele, falando no segmento de alto nível da 46ª sessão da Segurança. Conselho das Nações Unidas (ONU).

Em sua participação, o chefe de estado venezuelano também indicou que os desafios que o mundo enfrenta devido ao coronavírus exigem um maior empenho dos líderes mundiais na construção de um destino melhor.

O presidente Maduro destacou que seu país conseguiu mitigar e controlar a pandemia “graças a uma política social de saúde pública de qualidade, à implantação de metodologias de biossegurança e à aplicação de tratamentos científicos complementares”.

O presidente expressou que apesar do bloqueio internacional e das sanções impostas pelos Estados Unidos e seus aliados, seu governo tem feito esforços para garantir o estado de bem-estar do povo venezuelano. 

“A imposição de mais de 450 medidas coercivas unilaterais e ilegais resultou em um bloqueio e uma perseguição contra as capacidades do Estado e da sociedade venezuelana”.

Nesse sentido, o chefe de Estado denunciou que seu país foi privado de pelo menos 30 bilhões de dólares que poderiam ser usados ​​para o atendimento dos venezuelanos. Nicolás Maduro disse ainda que a sua administração reforçou a cooperação e assistência técnica com o Gabinete do Alto Comissário para os Direitos Humanos.
O Presidente Maduro ratificou que não aceitará a ingerência ou intervenção de qualquer mecanismo inquisitorial contra o seu país.
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