Maduro prende militares golpistas

maduro

A democracia venezuelana demonstra mais um sinal de vitalidade e mostra a maneira como se lida com golpistas e conspiradores. O presidente Nicolás Maduro, reeleito pela maioria massiva da população na última semana, manda prender militares que são verdadeiros serviçais do imperialismo norte americano. Uma lição aos governos progressistas e nacionalistas do mundo.

Sem informar as patentes dos militares detidos, Maduro em declaração oficial à população, fez duras críticas aos traidores da pátria e da Revolução Bolivariana. Se venderam as interesses dos Estados Unidos em intervir e assaltar o petróleo venezuelana, e para isso, boicotaram as Forças Armadas da Venezuela.

Acusa EUA de manipular agentes do imperialismo na Venezuela por meio de ações na Colômbia. Depois de prestar juramento diante da Assembleia Constituinte as Forças Armadas lhe garantiram lealdade absoluta, o que se for confirmado na prática, é de suma importância diante dos ataques que a Venezuela vem sofrendo do imperialismo

Segundo Maduro: “uma conspiração financiada e dirigida da Colômbia e estimulada e promovida pelo governo dos Estados Unidos para dividir as Forças Armadas, e com uma grande ação publicitária, militar, tentar no momento que se suspendessem as eleições de 20 de maio”.

A questão da Venezuela é mais uma página dos sucessivos ataques do imperialismo contra os governos e economias nacionalistas do mundo. Honduras, Síria, Coreia do Sul, Ucrânia, Paraguai e Brasil passaram por golpes nos últimos anos em nome dessa destruidora política. Depois da crise, que somente se agrava, estão dispostos a controlarem todas as riquezas dos países.

Controlar o petróleo venezuelano é importante para os interesses econômicos dos EUA. É uma matriz energética que teria poucos custos de transporte, pois o litoral da Venezuela é próximo desse país. Para isso, vem levantando uma série de calúnias contra Nicolás Maduro e patrocinando uma instabilidade gigantesca na Venezuela.

Todo apoio ao povo venezuelano que resiste bravamente às investidas do imperialismo norte americano.