Vira-latismo no futebol
Em resposta à pressão da imprensa burguesa anti nacionalista, Luxemburgo dá uma aula de futebol em defesa do nosso futebol.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
50123744352_e960cfe8e0_o
O treinador Vanderlei Luxemburgo em coletiva de imprensa. | Foto: Cesar Greco/Palmeiras/Fotos Públicas

Vanderlei Luxemburgo é um dos maiores treinadores do futebol brasileiro e sua enorme coleção de títulos foi ampliada recentemente com a conquista do Campeonato Paulista comandando o Palmeiras. E mesmo sendo o técnico com mais títulos do Campeonato Brasileiro e agora também do Campeonato Paulista, segue sofrendo com o assédio da imprensa monopolista.

O argumento principal que é utilizado para criticar não só Luxemburgo, mas os treinadores brasileiros em geral, é de que estariam desatualizados em relação aos treinadores europeus. Neste ponto, o treinador brasileiro é intransigente na defesa dos méritos e das características do futebol nacional, fazendo questão de relembrar que a seleção brasileira não é pentacampeã mundial por acaso.

“Luxa” lembrou ainda de alguns treinadores renomados que sofreram campanhas críticas dessa imprensa, como Telê Santana, Felipão, Zagallo e Parreira. Além dos renomados, destacou ainda que muitos jovens treinadores brasileiros, com potencial enorme, são recorrentemente “queimados” pela imprensa no começo das carreiras e descartados pelos clubes.

A repercussão das declarações de Luxemburgo na imprensa burguesa mostram o quanto o treinador pegou num ponto importante. Quem lê grande parte dos comentários dos “analistas esportivos” pode até pensar que o campeão paulista é contrário à contratação de treinadores estrangeiros nos clubes nacionais. Uma clara distorção do limite colocado pelo treinador.

Não falta repertório futebolístico para o ex lateral-esquerdo, que cita treinadores estrangeiros que segundo ele fizeram trabalhos brilhantes no Brasil como o argentino Filpo Nuñes, o húngaro Béla Guttmann e o paraguaio Fleitas Solich. O ponto de inflexão do treinador é sobre a cobrança pela mudança das características do futebol brasileiro.

Luxemburgo não nega a necessidade de aprimoramento constante, que faz parte da evolução de qualquer esporte, mas destaca a importância de valorizar a cultura do futebol nacional com suas características próprias, seu diferencial.

O ex-jogador Rivaldo, um dos maiores jogadores das últimas décadas, ao parabenizar pelo título recente apontou “Luxa” como o melhor treinador que já teve e afirmou “Tudo que os treinadores da Europa fazem hoje você já fazia a 25 anos atrás. Você é o melhor.”

A postagem em rede social foi rebatida pelo ex atacante português Luis Figo, que escreveu “Fera para mim foi o pior mau de mais”. Apesar de mal escrito, dá pra entender o que ele quis dizer. E também dá pra entender porque os monopólios da imprensa nacional resolveram dar cartaz ao português.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas