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Como é sabido, a maior liderança popular da América Latina, Lula, no dia 24 de janeiro de 2018, foi condenado pela corja de golpistas do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) por lavagem de dinheiro e corrupção no que se referia ao caso do tríplex no Guarujá (SP). Sua pena é de 12 anos e 1 mês de prisão. Os advogados do ex presidente entraram com pedido de habeas corpus. A ministra golpista, Carmen Lúcia, afirmou que não existe uma previsão para sessão cuja plenária julgaria o pedido. Tal medida poderia, por exemplo, colocar em votação algo que poderia alterar o que está em vigor atualmente. Obviamente a golpista não tem interesse nenhum em praticar a lei, agir de forma imparcial no processo. Por ser uma atendente dos interesses da burguesia, fica evidente que a falta de previsibilidade é intencional e proposital.

No Fórum Social Mundial, que ocorreu em Salvador –BA, nesta quinta, 15, o ex presidente Lula reafirmou a necessidade da luta e sua não aceitação a prisão. Seu posicionamento se intensificou ainda mais após a audiência com a ministra golpista Carmen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que não ocorreu com êxito a Lula, como já era esperado.

Dentre as críticas feitas por Lula, encontra-se, fundamentalmente, a Lava Jato e os respectivos responsáveis. Sua pressão a Corte, reafirmando o importante papel que o STF tem a cumprir neste cenário. Em sua fala, afirma que “Se diz que o Supremo é o garantidor da Constituição”. O que se sabe, porém, é que a justiça é golpista, corrupta e burguesa. Arbitrária e parcial. Todo processo da operação Lava Jato, na condenação do ex presidente Lula, assim como outras figuras da esquerda, bem como partidos, é uma manobra da burguesia golpista para afastar Lula do cenário político e eleitoral. Não permitir sua candidatura, uma vez que a figura dele é a única viável, dentro da esquerda, para barrar os ataques direitistas.

Lula também afirma que não aceitará a prisão. É inocente e não há provas concretas que demonstrem o contrário. Apesar de se declarar preparado para uma possível detenção, diz que vai lutar incansavelmente para barrar esta repressão direta dos agentes do imperialismo. Relata, também, a importância da mobilização popular nesta luta, incorporando as ruas nas caravanas e atos.

É importante que a análise dos acontecimentos que cercam a prisão de Lula seja livre da contaminação ideológica propagada pela mídia burguesa. Não existem provas concretas contra Lula. Além de uma prisão, então, arbitrária e parcial, é política. É uma manobra da direita golpista para dar segmento e intensificar brutalmente o golpe. A intervenção militar no Rio, cujos militares se preparam para, rapidamente, implementar um regime militar no país, é prova da atuação da burguesia. Logo a luta contra o golpe deve ser ampla e intensa, bem como contra a prisão de Lula. É preciso barrar a ação da direita de todas as formas. Lutar contra o golpe, contra a intervenção militar e contra a prisão de Lula, já!

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