Operação imperialista
A defesa do ex-presidente teve seu pedido negado pelo ministro da Justiça e agora recorre ao STJ para ter acesso às informações integrais que foram utilizadas pela operação.
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Advogados de Lula
Cristiano Zanin e Valeska Teixeira dois dos advogados de Lula. | Foto por: reprodução.

Os advogados responsáveis pela defesa do ex-presidente Lula, entraram com mandado de segurança no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), contra a decisão do ministro da Justiça, André Mendonça, que negou o acesso dos advogados a documentos relacionados à cooperação internacional da operação Lava à Jato com órgãos da Suiça e dos EUA.

Os advogados haviam protocolado no ministério da Justiça e na justiça da Suíça requisição de acesso a documentos originais e completos provenientes dos servidores da empresa Odebrecht que serviram de base para as acusações contra o ex-presidente, sob os quais Lula e seus advogados afirmam desde 2016 que haviam sido corrompidos e, possivelmente até, adulterados, possibilidade que chegou a ser confirmada em perícia feita pela Polícia Federal 2019.

As afirmações da defesa ganharam ênfase com a recente denúncia feita pelos canais The INtercept Brasil e agência A Pública, no qual revelaram a participação de cerca de 15 agentes do FBI de forma ilegal, sem autorização do ministério da Justiça brasileiro, na operação Lava à Jato.

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