A tarefa do momento
Como candidato, Lula é capaz de mobilizar milhões de trabalhadores e isso pode, de fato, levar à derrota os planos da direita e colocar para fora Bolsonaro e todos os golpistas
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Eleição sem Lula é fraude
Eleição sem Lula já era fraude em 2018. Em 2020, a fraude é ainda maior | Sergio Silva, jornal Grande Bahia

O Partido da Causa Operária está chamando os trabalhadores e toda a esquerda a lutar em defesa dos direitos políticos do ex-presidente e por sua candidatura em 2022. Lula, como candidato a presidente, é capaz de mobilizar milhões de trabalhadores e somente uma ampla mobilização popular pode, de fato, derrotar os planos da direita e colocar para fora Bolsonaro e todos os golpistas.

Para impulsionar essa luta, que tem um enorme potencial de desenvolvimento na atual conjuntura, é preciso uma ampla mobilização. Por onde começar?

Evidentemente, os ativistas, militantes e dirigentes de esquerda, nos partidos, sindicatos e movimentos populares que já se mobilizaram e lutaram nos últimos cinco anos têm um importantíssimo papel a cumprir. Quem são eles?

São os companheiros que saíram às ruas contra o impeachment em 2015 e diversas vezes depois disso, por exemplo. 

São os que organizaram e participaram de inúmeras panfletagens, colagens de cartazes e reuniões, atos públicos, greves e manifestações diversas.

São os que formaram comitês de luta contra o golpe, pelo “volta Dilma”, por “Lula livre”, que lutaram contra a direita e o fascismo. 

São os que organizaram diversas caravanas de todas as partes do Brasil para impedir a condenação e a prisão do ex-presidente.

Que se levantem, deixem para trás as desilusões, revezes e derrotas. Que sejam os primeiros a se mobilizara e chamar os que estão ao seu redor à luta!

Por mais que tenham refluído as iniciativas de luta, por mais que os que impulsionaram a luta durante os últimos cinco anos tenham se dispersado, não é o suficiente mobilizar apenas esses, que são os elementos mais ativos, conscientes e organizados da população. É preciso mais. Muito mais! É preciso falar diretamente aos trabalhadores, à grande maioria da população, ali onde ela estiver.

É preciso chamar os trabalhadores a reagir e lutar. Não esperar que uma nova fraude eleitoral (com uma “nova esquerda”) se imponha e arraste o País para um buraco ainda mais profundo do que aquele em que já estamos. Lutar já para colocar para fora Bolsonaro e todos os golpistas.

É preciso ir às fábricas e empresas. Todo local de trabalho é uma porta de entrada para falar à classe trabalhadora sobre o que está acontecendo no País; para ouvir suas queixas e reivindicações; para explicar que a ditadura que baniu Lula das eleições é a mesma que está fazendo aumentar o número de desempregados e famintos. 

É preciso ir às grandes concentrações urbanas como metrô, trens e ônibus. É preciso ir aos bairros operários, às favelas, aos morros, às periferias. Alcançar o maior número possível de trabalhadores com milhões de panfletos, jornais, adesivos e cartazes.

É preciso ir às ocupações e assentamentos dos que lutam por moradia na cidade e por terra para trabalhar no campo. Reforçar a luta que já existe e formar aí comitês de luta para mobilizar mais amplamente.

Na luta de classes que está em marcha, a burguesia não espera que as direções pequeno-burguesas, burocráticas e esclerosadas, reajam. Pelo contrário, sua paralisia é um serviço prestado ao esmagamento de todo o povo pelos empresários e banqueiros, do Brasil e do estrangeiro. A burguesia e o imperialismo se detém senão diante do medo de uma reação popular. Façamos com que eles tremam!

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