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Sobre o regime semiaberto
Lula: “não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade”
Lula está correto, não se deve aceitar o regime semiaberto; Lula é inocente e, portanto, deve ser libertado imediatamente e todos os processos devem ser anulados.
Lula concede entrevista exclusiva à Folha e ao jornal El País
Sobre o regime semiaberto
Lula: “não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade”
Lula está correto, não se deve aceitar o regime semiaberto; Lula é inocente e, portanto, deve ser libertado imediatamente e todos os processos devem ser anulados.
Foto: Marlene Bergamo/Folhapress
Lula concede entrevista exclusiva à Folha e ao jornal El País
Foto: Marlene Bergamo/Folhapress

Da redação – Após reunião com seus advogados, Lula declarou que não trocará sua dignidade pela sua liberdade, sobre a progressão para o regime semiaberto proposta pelo Ministério Público. Lula escreveu um carta que foi lida por seu advogado Cristiano Zanin Martins.

Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade”, escreveu o presidente.

A posição de Lula está correta. A única medida certa é a libertação imediata do ex-presidente e a anulação de todos os processos da Lava Jato.

Leia a íntegra da carta:

“Ao povo brasileiro,

Não troco minha dignidade por minha liberdade.

Tudo que os procuradores da Lava Jato deveriam realmente fazer é pedir desculpas ao povo brasileiro, aos milhões de desempregados e à minha família pelo mal que fizeram à democracia, à Justiça e ao país.

Quero que saibam que não aceito barganhar meus direitos e minha liberdade.

Já demonstrei que são falsas as acusações que me fizeram. São eles e não eu que estão presos às mentiras que contaram ao Brasil e ao mundo.

Diante das arbitrariedades cometidas pelos procuradores e por Sergio Moro, cabe agora à Suprema Corte corrigir o que está errado para que haja justiça independente e imparcial, como é devido a todo cidadão.

Tenho plena consciência das decisões que tomei nesse processo e não descansarei enquanto a verdade e a Justiça não voltarem a prevalecer”.