Liberdade total para Lula!
É preciso ampliar as manifestações em escala nacional pela liberdade do ex-presidente, preso político dos golpistas
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"Eu quero sair daqui com minha inocência 100% comprovada", disse. Foto: Alan Azevedo / MNI |

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu entrevista no início deste mês à rede de televisão russa RT, na qual denunciou o processo criminoso que vem sofrendo por parte da ditadura golpista, que o mantém preso há 549 dias.

A respeito da possibilidade de ir para o regime semiaberto, que apareceu na semana passada mas foi rechaçada por ele, Lula afirmou na entrevista: “Eu não recuso minha liberdade (…) O que não posso aceitar é a tese de que estou recebendo uma progressão porque cometi um crime e já cumpri um sexto da pena. Eu quero sair daqui com minha inocência 100% comprovada. Eu quero que aqueles que mentiram ao povo brasileiro se submetam ao julgamento do povo brasileiro!”

A tentativa de colocar Lula em regime semiaberto foi uma manobra da totalmente desprestigiada Operação Lava Jato, com o objetivo de esvaziar a campanha pela liberdade do líder petista. Assim, os golpistas poderiam propagar mentirosamente que, no semiaberto, Lula já estaria livre e, portanto, não haveria mais motivo para a revolta popular e os protestos em defesa de sua liberdade. Mas Lula continuaria sendo vítima da ditadura golpista, uma vez que, sendo inocente, deveria estar em completa liberdade – obviamente, mesmo no semiaberto, não teria a menor possibilidade de desfrutar seus direitos políticos, continuaria sendo violentamente perseguido pela direita e impedido de participar minimamente da vida política nacional.

No entanto, esse golpe não foi concretizado. A posição de Lula demonstra, novamente, que é necessária uma grande mobilização popular por sua liberdade. É preciso que a esquerda que continua paralisada efetue amplos esforços para mobilizar as massas proletárias, que estão por todos os cantos do País exigindo a liberdade do ex-presidente, mas, de modo geral, de maneira desorganizada.

O ato do dia 14 de setembro em Curitiba, que levou mais de mil pessoas de todo o território nacional para a capital paranaense, representou uma quebra dessa paralisia. Mostrou a disposição de centenas de militantes de esquerda de lutarem arduamente pela liberdade de Lula, e irá se repetir em diversos outros estados.

É preciso que haja cada vez mais e mais atos políticos de rua pela total liberdade de Lula, mesmo que não sejam atos gigantescos. Certamente isso é melhor do que atos a conta-gotas, que não impulsionam efetivamente a luta popular.

Por isso, já está marcado o próximo ato nacional pela liberdade de Lula, novamente em Curitiba, no dia 27 de outubro. Esse será muito maior do que o primeiro ato, do dia 14 de setembro, porque é nítida a tendência do povo à mobilização, e a militância de base de esquerda começa a desafiar as próprias burocracias de suas organizações – que, em muitos casos, como o dos mandatos parlamentares, agem, de fato, para boicotar essa mobilização.

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