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Dos mais variados setores da esquerda levanta-se um repudio contra os ataques reacionários contra este Diário, que toma parte da ofensiva direitista contra toda a esquerda
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Os e-presidente Lula e Dilma que se manifestaram em apoio ao PCO contra os ataques sofridos | Foto: Arquivo DCO

Recebi nos últimos dia, em nome do Partido da Causa Operária, dezenas de mensagens de solidariedade de companheiros dos variados setores da esquerda e de companheiros que se reivindicam da defesa  dos trabalhadores e dos direitos democráticos de todo o povo.

Essa mensagens foram parte das centenas ou milhares de manifestações que chegaram à nossa redação deste Diário contra a invasão e tentativa de destruição de nosso jornal diário na internet realizado por hackers fascistas, inimigos da luta que travamos contra o golpe e contra os ataques da burguesia golpista contra as condições de vida do povo brasileiro, que neste momento tem mais de 100 mil pessoas mortas pela pandemia (em número oficiais sabidamente falsificados), além de todo o retrocesso social expresso nos recordes de fome, desemprego e miséria que o regime golpista impõe ao País em benefício do grande capital imperialista e “nacional”.

Queria saudar essa solidariedade, um sintoma da importante compreensão de que os ataques ao DCO e ao PCO são parte da ofensiva fascista contra a esquerda, contra a imprensa e toda forma de manifestação e organização dos trabalhadores. De certa forma, ainda que com limites, expressa a  vitalidade da esquerda, em um período em que abundam as demonstrações de capitulação e busca de acordo e entendimento com a direita golpista que deu o golpe de Estado que derrubou a presidenta Dilma, colocou o ex-presidente Lula na cadeia de forma ilegal e inconstitucional, elegeu de forma fraudulenta Bolsonaro e impôs nos últimos anos o maior retrocesso nas condições de vida do povo brasileiro de todos os tempos.

Como assinalou a companheira Dilma Rousseff, ex-presidenta da República, em sua mensagem que recebi no dia de ontem,

“Em uma conjuntura de ataques flagrantes à democracia, quando foi revelado que o governo de extrema direita está espionando e fichando militantes antifascistas, num ato típico das ditaduras militares, a invasão do site do PCO é mais uma ação grave de violência política e um atentado às liberdades democráticas. É uma ignóbil afronta ao estado democrático de direito”.

A campanha feita por nosso Partido mostra a forma correta de reagir a estas iniciativas, a mobilização das organizações, dirigentes e militantes da esquerda contra a ofensiva fascista; a unidade na luta da esquerda contra a direita reacionária.

Como destacou o companheiro Vagner Freitas, que presidiu a CUT no momento em que esta organização liderou a luta contra o golpe de Estado e que, hoje ocupa a vice-presidência da maior organização dos trabalhadores do País, na mensagem que me dirigiu

“Precisamos estar unidos na defesa da liberdade de imprensa, liberdade de comunicação, formação e o direito à diversidade”.
“Temos que exigir que os órgãos competentes pertencentes ao Estado brasileiro estejam à serviço da igualdade de direitos e da garantia do respeito às leis”.
“Não calarão o PCO!”
“Não nos calarão!”

Não teria como relacionar aqui, sem me esquecer de importantes companheiros e de combativas mensagens, todos os que me enviaram mensagens, usando meus endereços eletrônicos, telefones etc. como porta de entrada para fazer chegar ao PCO o seu repúdio e a sua solidariedade.

Além dos já citados destaco aqui alguns companheiros que representam os mais variados setores do movimento de luta dos explorados, como o perseguido ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (que me informaram teve de gravar mais de uma vez sua mensagem por conta dos latidos de cães ao fundo) que compreendeu, como muitos outros, a importância de defender o PCO e toda a esquerda dos ataques  da direita da qual ele é um dos maiores e principais alvos;  de diversos companheiros da direção da CUT e dos seus sindicatos (como a APEOEPS, FUP, Metalúrgicos do ABC, Bancários etc.), de parlamentares de esquerda como o atencioso companheiro deputado Vicentinho, ex-presidente da CUT e do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, de companheiros do PT (começando por sua presidenta deputada Gleisi Hoffmann), do PSTU (por meio de seu presidente nacional, José Maria de Almeida), do PCB e de diversos grupos de esquerda como a Frente Comunista dos Trabalhadores, da Liga Marxista Leninista e da Corrente Comunistas dos Trabalhadores – entre muitos outros; saudo a combativa mensagem do companheiro Raimundo Bonfim, coordenador da Central de Movimentos Populares, uma das primeiras organizações nacionais a se posicionar e convocar mobilizações de rua pelo “Fora Bolsonaro”e que teve muitos dos seus militantes perseguidos nos últimos anos.

Destaco ainda as muitas declarações recebidas de companheiros professores  entre colegas de trabalho e dirigentes de importantes entidades como o companheiros Roberto Guido, da APEOESP,  Ariovaldo Camargo, da Executiva da CUT Nacional e Douglas Izzo, e presidente da CUT-SP.

Que o repudio e a solidariedade expressos neste momento, se transformem, por meio da luta em uma barreira, em uma muralha de luta contra todos os ataques fascistas às organizações operárias, pelo Fora Bolsonaro e todos os golpistas.

Encerro fazendo minhas as palavras finais da mensagem da companheira Dilma:

“Reafirmo a minha confiança de que, unidos e mobilizados, resistiremos ao fascismo que não pode passar.

E não passará!”

 

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