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Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta segunda-feira (19) sua caravana pelo sul do Brasil recebendo o apoio de três ex-presidentes latino-americanos – Dilma, Rafael Correa e Pepe Mujica. Todos se reuniram no centro da praça internacional que marca a fronteira entre a cidade uruguaia de Rivera e Santana do Livramento, do Rio Grande do Sul.

Esse encontro colocou em discussão temas recorrentes no continente nos últimos anos, como golpe de Estado, repressão do judiciário, violações das garantias constitucionais, dentre outros. Para Pepe Mujica, a prisão de Lula culmina com o golpe de Estado contra a presidenta eleita Dilma Rousseff, orquestrado por um sistema conservador e anti-povo.

Lula e os demais indicaram a participação dos EUA nesse processo mentiroso e golpista da Lava Jato. “Na América do Sul, criamos um jeito de fazer política que incomodou. Eles não estavam habituados com que a América tomasse suas decisões econômicas, construir o Mercosul. Fizemos uma política para compartilhar a riqueza que produzíamos. Foi um momento bom para todo mundo, incluindo o Uruguai e o Brasil”, assinalou Lula.

Rafael Correa fez um paralelo da situação de Lula com o que ocorre atualmente no Equador. “O que estão fazendo com Lula é gravíssimo, como o que estão fazendo contra Jorge Glas, vice-presidente da República do Equador detido sem uma prova sequer contra ele. Isto é a judicialização da política”, denunciou Correa.

Dilma declarou que a tentativa de prisão de Lula é a terceira etapa do golpe que começou em 2016 com seu impeachment. Para ela, o que está sendo executado sobre o presidente Lula é um ato criminoso que visa atender esse segmento conservador e extremista que ganhou visibilidade a partir da imprensa golpista.

Nesse encontro todos os líderes latino americanos defenderam que Lula não seja preso. Sublinharam que essa caçada a Lula deve motivar amplos setores sociais, movimentos sociais e demais partidos de esquerda à defesa do ex-presidente.

É urgente e necessário que toda a população se organize e vá para as ruas contra o golpe de Estado, pela dissolução da PM, contra a intervenção militar no Rio de Janeiro, pela expulsão dos militares das comunidades cariocas, e contra a prisão de Lula. Prisão essa que significa um passo fundamental que a direita quer dar para aprofundar os ataques ao regime político e contra a própria esquerda.

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