Lula, candidato da maioria do povo, querer disputar as eleições, é “miudice política”, segundo Ciro
Lula, candidato da maioria do povo, querer disputar as eleições, é “miudice política”, segundo Ciro

Nas últimas semanas, a imprensa golpista que não quer Lula como candidato à presidente vem acendendo os holofotes ao pré- candidato a presidente da República, Ciro Gomes, do PDT. Este vem fazendo uma maratona de entrevistas, na Veja, Folha de S. Paulo entre órgãos golpistas.

Em suas entrevistas Ciro Gomes vem reforçando a ideia da imprensa golpista de que Lula não deve se lançar candidato, já que está condenado no processo fraudulento e farsesco da operação golpista da “Lava Jato” e pode – inclusive – ser preso, nas próximas semanas.

Na Folha, Ciro chegou a dizer que se Lula aceitasse sua ajuda e de mais juristas, levaria ele para um asilo em alguma embaixada fora do país, obviamente para que Lula aparecesse ao povo brasileiro como alguém que está fugindo da “justiça” brasileira. Um verdadeiro “amigo da onça”.

Já na entrevista concedida no dia 23 de fevereiro, na Rádio Itatiaia, Ciro Gomes foi ainda mais longe em seus comentários oportunistas defendendo o golpe no Brasil, comentou que o maior líder popular e sindical do País não deveria se candidatar, pois será condenado, e sua candidatura irá ter que ser defendida por expedientes jurídicos, o que causará prejuízo a todos, concluindo que essa atitude “é uma miudice diante das necessidades do povo brasileiro”.

O que Ciro Gomes quer dizer é que a eleição de Lula colocará a população contra os golpistas e isso pode colocar o status quo da politica burguesa em perigo, melhor seria Lula se afastar, fazer um acordo com os golpistas para não participar da eleição, e aí o caminho para ele, Ciro Gomes fica mais fácil para se candidatar a presidente civil dos golpistas.

Cada dia que passa, Ciro Gomes deixa sua política mais visível, o de ajudar os golpistas se livrar do PT e da esquerda na situação política atual, para que o golpe se estabilize com uma fachada falsa de institucionalidade e normalidade “democrática”.