Cada vez mais ditadura
Ante ao agravamento da crise histórica do capitalismo, o imperialismo não tem outra alternativa que não seja aumentar sua política de expropriação e repressão
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Avança a crise e se intensificam os ataques | Imagem: reprodução

Em todo o Mundo, ante o agravamento da crise histórica do capitalismo, o imperialismo não tem outra alternativa que não seja aumentar sua política de expropriação da imensa maioria da população em benefício da manutenção dos seus lucros, que declinam em todo o planeta. Assim, a parcela dos 1% mais ricos do mundo detinham – antes da explosão da pandemia – mais do dobro da riqueza possuída por 6,9 bilhões de pessoas, conforme estudo segundo relatório global divulgado em janeiro  pela Organização Não Governamental Oxfam.

Esta situação só se agravou com a pandemia, na qual os governos da burguesia – e mais destacadamente os mais direitistas – ja deixaram se contaminar quase 32 milhões de pessoas e morrer um milhão de pessoas em números oficiais.

Junto à esta situação dispara por todos os lados o desemprego, hoje muito maior por todos os lados do que o exército de reserva mantido regularmente pela burguesia para pressionar os salários para baixo. Cresce de foram exponencial a fome e a miséria. Tudo para sustentar o parasitismo do grande capital monopolista.

Esta situação foi preparada nos últimos anos por uma onda golpista e pelo estabelecimento de governos repressivos, da direita e/ou pressionadas por ela. Como essa politica não pode se impor com apoio popular e de forma “democrática”, não faltaram os golpes de Estados, as invasões e bombardeios contra países inteiros para tentar subjulgálos e roubar suas riquezas.

Para impor esse regime de terror contra a imensa maioria da população, e destacadamente, contra sua parcela mais pobre, inclusive em seus próprios países, como acontece nos Estados Unidos, com a violência e massacre contra o povo negro e com o genocídio por meio do Covid atingindo os mais pobre, os negros e latinos, majoritariamente.

Por todos solado se impôs um regime de cassação dos direitos democráticos da população, que tem mundo afora inúmeras expressões importantes, Alguns deles com ampla repercussão internacional como são  os caso de do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, do jornalista Julian Assange e do escritor Cesare Battisti.

Os três foram levados à prisão em processos de clara perseguição política e de vingança do imperialismo e dos regimes locais que os encarceraram, todos eles, de forma ilegal.

Lula permaneceu por 580 dias na prisão, que só foi declarada ilegal, depois que a cassação ilegal de sua candidatura tinha assegurado a eleição fraudulenta do fascista Bolsonaro para a presidência, com apoio de toda a burguesia golpista, unificados em torno da política de esmagamento da organização política e sindical dos trabalhadores, com o objetivo de fazer retroceder coo nunca as condições de vida de todo o povo explorado em benefício do imperialismo.

Perseguido pelo regime golpista no Brasil, Battisti foi raptado e entregue pelo governo boliviano para ser submetido a todo tipo de tortura e vingança pelo regime cada vez mais direitista da Itália por sua participação em ações do grupo Proletários Armados pelo Comunismo, que se insurgiram contra setores reacionário do establishment italiano no qual o fascismo nõ deixou de estar incrustado. Condenado à prisão perpétua segue sendo torturado e tendo negado os mais elementares direitos democráticos.

O ativista australiano, Assange, programador de computador, jornalista e fundador do site WikiLeaks, responsável por vazar importantes ações ilegais e criminosas do governo dos EUA, segue sob custódia da Polícia Metropolitana de Londres após ser preso em 11 de abril de 2019, depois de permanecer, por cerca de sete anos, como refugiado na embaixada do Equador em Londres, de onde foi expulso pelo governo pró-imperialista de Lênin Moreno. Submetido, neste momento, a julgamento do pedido de extradição feito pelos EUA, o jornalista corre “risco muito alto” de suicídio se for extraditado, de acordo com o  psiquiatra Michael Kopelaman, que testemunhou no julgamento do jornalista, em Londres.

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