Planos do imperialismo
Revelações no livro de Bolton servem como demonstração de como os países imperialistas veem os países atrasados e seus povos
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FILE - In this July 31, 2019 file photo, then National security adviser John Bolton speaks to media at the White House in Washington.  Bolton says he's 'prepared to testify' in Senate impeachment trial if subpoenaed (AP Photo/Carolyn Kaster)
Bolton, em entrevista à imprensa, na Casa Branca, em Whashington | Foto: Carolyn Kaster

Deverá chegar às livrarias no dia 23 de junho um livro cujo título é “O Quarto onde Aconteceu” (The Room Where It Happened, no original em inglês), escrito pelo ex-assessor de Segurança Nacional do governo Trump. Isso, é claro, se a Casa Branca não conseguir impedir a publicação, pois a mesma está tomando medidas para isso, com a alegação de que a divulgação dos acontecimentos contidos na obra seria algo ilegal.

Bolton promete entregar aos leitores, informações bombásticas, as quais somente um assessor de segurança nacional poderia ter acesso. Entre essas informações, ele oferece alguns detalhes dos planos do imperialismo norte americano para a Venezuela. Segundo ele, Trump afirmava que seria “cool”, ou seja, “seria legal” invadir a Venezuela e que, para ele, o território venezuelano é “na verdade parte dos Estados Unidos”.

Tais revelações não devem surpreender aqueles que lutam contra a dominação imperialista, mas servem como demonstração de como os países imperialistas veem os países atrasados e seus povos: como suas propriedades, das quais eles devem extrair o máximo de riqueza, a qualquer custo, e estão dispostos a qualquer atividade criminosa para atingir tais objetivos obscuros.

É preciso deixar explicito que o próprio Bolton é parte desses planos e não há nada mais equivocado do que imaginar que agora ele esteja entregando tais informações por ser um “defensor da democracia”. E, se assim faz, é porque algo ainda mais sombrio se pretende fazer com essas revelações.

Diante de tais informações, é preciso intensificar a luta contra o imperialismo, o que, na América Latina, significa apoio incondicional à Venezuela, ao governo Maduro e ao povo venezuelano.

 

 

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