Líder escravocrata do PSL quer a volta do trabalho infantil: derrubar Bolsonaro ou o Brasil volta ao século XIX

A defesa da escravidão e do racismo é uma das principais políticas dos golpistas que tomaram de assalto o governo federal. Trata-se da representação dos latifundiários, dos poderosos que agora está no Poder Executivo, mas, também, no legislativo.

Liderança do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir, do Goiás, defendeu que adolescentes possam trabalhar a partir dos 12 anos de idade, com o cínico pretexto de reduzir a mortalidade da juventude nessa faixa etária.

A declaração foi feita justamente na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, para mostrar o deboche dessa ala reacionária. Disse ainda que “Temos que mudar o nome do ministério de Direitos Humanos […] não temos que falar em direitos humanos, temos que falar em ministério de direitos de cidadão”.

Essa política, de trabalho escravo a partir dos 12 anos de idade, é uma política fascista e absolutamente exploradora; trabalho infantil é completamente ilegal há muito tempo, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente, que também deve ser atacado pelos golpistas.

Os direitistas, para esfoliar totalmente os trabalhadores, querem a volta do trabalho infantil, isso é uma afronta ao povo. É uma iniciativa para escravizar a juventude brasileira, na cidade e no campo.

Os trabalhadores devem, imediatamente, iniciar uma campanha de propaganda denunciando esse fato nos locais de trabalho para demonstrar que esse é o exato pensamento dos golpistas e do governo Bolsonaro, para esfoliar o povo e os filhos e mulheres dos trabalhadores e para entregar toda a riqueza produzida por eles aos seus patrões imperialistas.