Internacionalismo
Ao contrário da URSS stalinista, Cuba prestou importante apoio na independência de Angola e em sua luta contra a contrarrevolução
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Cuba também apoiou a luta de Angola contra a reação nos anos 80, como mostra a foto de 1987 | Foto: Broń Pancerna

A vitória do povo angolano em sua luta de libertação nacional estava em perigo. Os acordos de Alvor, em 15 de janeiro de 1975, estabeleciam o dia 11 de novembro desse ano como a data para proclamar a independência, mas o processo de descolonização pretendia ser abortado.

Setores de poder na metrópole portuguesa, empenhados em não perder sua mais rica possessão na África; o regime zairense de Mobutu; África do Sul, governos da região e potências ocidentais, teciam a manobra liderada por Henry Kissinger desde Washington, e que a CIA punha em prática.

Grupos internos e governos estrangeiros arremeteram contra o Movimento Popular para a Libertação de Angola, única força legítima pela independência, a unidade e a prosperidade de seu povo. Para os cubanos, formados em uma profunda vocação internacionalista, havia um só caminho: não deixar sozinho o povo angolano. Com Fidel e Raúl à frente, a liderança do país enviou as primeiras tropas regulares a combater em Angola: nascia, em 5 de novembro de 1975, a Operação Carlota, que honrava, e honra, a escrava ­- libertária e lucumi, quem, no engenho Triunvirato, em Matanzas, liderou a ânsia de emancipação.

Dessa heroica gesta, o Comandante-em-chefe da Revolução Cubana expressou: «Estamos cumprindo um elementar dever internacionalista quando ajudamos o povo de Angola!» Dela conta o livro La batalla de Cabinda, com prólogo do general-de-exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, lançado em 2 de novembro.

«A previsão, a consequente preparação, o heroísmo nas ações bélicas e a certeira direção da batalha de Cabinda, conduziram à histórica vitória que nos descreve este livro. Com ela, tornou-se realidade a consigna patriótica do MPLA: De Cabinda até Cunene um só povo, uma só nação», escreveu Raúl sobre esta obra do general-de-corpo-de-exército Ramón Espinosa Martín, vice-ministro das FARs. Na Sala Universal das FAR, o presidente da Casa das Américas, Abel Prieto, qualificou esta edição ampliada como uma homenagem a Fidel e aos milhares de heróis que protagonizaram a gesta solidária, e o descreveu como um livro de enorme valor histórico.

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