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Ricos cada vez mais ricos
“Liberdade econômica”: cresce o número de ricos acima dos U$33 milhões
Após tantas crises históricas do regime, não é mistério nenhum a situação de miséria posta a grande maioria da população em paralelo ao enriquecimento da burguesia imperialista.
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Ricos cada vez mais ricos
“Liberdade econômica”: cresce o número de ricos acima dos U$33 milhões
Após tantas crises históricas do regime, não é mistério nenhum a situação de miséria posta a grande maioria da população em paralelo ao enriquecimento da burguesia imperialista.
Ricos ainda pagam menos impostos que os pobres. Foto: Divulgação.
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Ricos ainda pagam menos impostos que os pobres. Foto: Divulgação.

Uma das frases mais conhecidas da história do marxismo, é aquela que conclui a prova de que cada vez mais os ricos ficarão mais ricos e o pobres mais pobres, denotando o desenvolvimento do capitalismo, um sistema que, a cada passo dado, move a humanidade ao abismo, seja social, cultural ou econômico.

Com a decadência do sistema capitalista na virada do século XIX para o XX, restou à burguesia, ocupante do cargo de classe social parasitária, a política de extermínio da população mundial, a pilhagem desenfreada dos países atrasados, como forma de sobreviver, esmagando cada vez mais a classe trabalhadora, sobretudo aquela presente fora dos países imperialistas.

Atualmente, após tantas crises históricas do regime, não é mistério para nenhum cidadão normal a situação de miséria posta à grande maioria da população, e que boa parte do dinheiro mundial está concentrado na mãos de pouquíssimas famílias, “ultra ricos” que detêm em seus bolsos poços de dinheiro.

Exemplificando estes fatores, a própria imprensa burguesa se vê obrigada a fazer uma vez ou outra alguma matéria sobre o assunto. Recentemente, foi posto às claras que 1,2% da população mundial possuem juntos um total de 33,2 trilhões de dólares, correspondendo a uma somatória equivalente a mais do que 16 brasis!

Estes figurões do capital internacional encontram-se, em grande maioria, na América do Norte, Europa e Ásia, especificamente nos grandes países imperialistas, saqueadores de todo o mundo.

Eles estão, sobretudo, ligados aos bancos e setor financeiro em geral, além dos típicos conglomerados industriais, correspondendo à política geral dos capitalistas, que enriquecem das mais diversas formas sobre o suor do trabalhador.

Atualmente, com a crise mundial batendo novamente na porta de todos, o número dos “ultra ricos” vem oscilando à medida em que o empobrecimento geral da população aumenta a cada dia. Muitos fatores pode ser levados em conta, mas é visível que na situação atual, a concentração de grandes fortunas está cada vez mais indo em direção aos países imperialistas, ainda mais nas mãos de poucos grupos, derrubando a propaganda capitalista de que a riqueza está crescendo em todos os lugares.

Os próprios capitalistas temem que sua riqueza suma de um dia para o outro, devido à grande quantidade de dinheiro especulativo no mercado e grande crise financeira, por isso, adotam com mais intensidade sua política predatória contra tudo e todos, afundando a humanidade no processo.

O único caminho que salvará a civilização de um estado de maior calamidade é a derrubada do capitalismo, a expropriação dessa classe parasitária que suga o sangue dos trabalhadores e destrói incessantemente o mundo. Para por um fim às invasões dos países atrasados, o extermínio dos trabalhadores do campo e da cidade, além da pobreza generalizada, precisamos derrotar o imperialismo mundial e com ele todo o sistema capitalista, fruto do estado calamitoso presente na sociedade em que vivemos.