Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
FILE PHOTO: Senator Aecio Neves gestures during the session for debates for the voting of the impeachment of President Dilma Rousseff in Brasilia
|

Da Redação – A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, arquivou o inquérito contra o tucano Aécio Neves sobre seu envolvimento com remessa de dados bancários falsos à CPMI dos Correios, em 2005 e 2006, considerando que “não há, no momento, suporte fático e jurídico para dar continuidade à investigação”.

O inquérito foi aberto para apurar se o tucano e outros políticos teriam praticado o crime e se teria havido conivência do então presidente da Comissão, o então senador Delcídio Amaral, de modo a beneficiar Aécio Neves e Clésio de Andrade, governador e vice de MG, na época. A investigação teve base na delação premiada de Delcídio na Operação Lava Jato. Ele afirmou que o Banco Rural ‘operaria relações financeiras ilícitas entre Marcos Valério e a Assembleia Legislativa de Minas Gerais’.

Aécio e Clésio, segundo Delcídio, temiam que tais informações fossem repassadas para a CPMI dos Correios.

Ao arquivar o inquérito, a procuradora-geral enfatizou ‘ausência de justa causa para ação penal e inexistência de outras diligências úteis’.

É evidente que, se não fosse tucano, haveria vontade de encontrar uma justa causa para a ação penal prosseguir.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas