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A direita, por motivos completamente demagógicos, faz uma intensa campanha contra a legalização do direito que as mulheres tem de abortar. É, de fato, uma campanha demagógica como todas as campanhas direitistas, pois quem duvidará que quando a filha ou esposa de um político direitista tem uma gravidez indesejada não será o primeiro pensamento dele mandar abortar?

Mas, também é demagógica por outro motivo. Enquanto a direita obscurantista vocifera contra a legalização do aborto com a afirmação de que, se for legalizado, o aborto será praticado a torto e a direito as pesquisas mostram justamente o contrário: segundo estudo realizado pelo Instituto americano Guttmacher, focado em estudos de direitos reprodutivos, a legalização do aborto fez com que as taxas de interrupção de gestações diminuíssem nos últimos 25 anos.

Os dados levantados mostram que países onde a interrupção da gravidez é proibida, ou aceita apenas em casos de última opção para poupar a vida da gestante, as taxas de aborto mais altas. Países onde a prática é proibida por lei têm o índice de 37 por mil, enquanto em países onde o aborto não é proibido a taxa é de 34 casos a cada mil mulheres.

Esses resultados demonstram na prática que a campanha contra a legalização do aborto não tem qualquer base na realidade: para a direita, demagogia pouca é bobagem.

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