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Hoje (5), o consultor da Odebrecht, Rodrigo Tacla Duran, deu um dos depoimentos mais esperados contra as arbitrariedades cometidas na Operação Lava Jato, que levou diversos políticos para a cadeia sem provas, dentre os quais a maior liderança popular do país, o ex-presidente Lula.

O depoimento foi transmitido da Espanha por videoconferência à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados Federais e vem sendo evitado tanto por membros do Judiciário, quanto por membros do Ministério Público, já que, durante a CPI da JBS e o processo contra o ex-presidente, além de apresentar documentos que põem em xeque a idoneidade das provas utilizadas na Lava Jato, o mesmo denuncia um esquema de pagamento de propinas em troca de melhorias nas delações premiadas negociadas em Curitiba.

Tacla Duran é um dos acusados da operação Lava Jato, que fugiu para a Espanha, onde tem dupla cidadania e por isto não pode ser extraditado, depois de se ver encurralado e se sentir extorquido pelas autoridades envolvidas, diante das condições impostas para fechar um acordo de delação premiada e poder diminuir suas penas.

Foi denunciado que um dos advogados atuantes na operação, Carlos Zucolotto Jr., que é ex-sócio de Rosângela Wolff Moro, esposa do juiz Sérgio Moro, e amigo e padrinho de casamento do casal Moro, teria cobrado mais de US$ 5 milhões “por fora” para “melhorar” o acordo de delação de Duran com os membros do Ministério Público (MP) da Lava Jato, liderados pelo procurador Deltan Dallagnol. O acordo serviria para reduzir a multa de US$ 15 milhões para US$ 5 milhões, e garantiria a prisão domiciliar em lugar do regime fechado.

Outros membros do MP, como os procuradores Júlio Noronha e Roberson Pozzobon, teriam lhe enviado o “esboço da colaboração”, conforme os termos propostos por Zucolotto. O acusado apresentou à CPI imagens periciadas da conversa com o advogado.

Ele também apresentou documentos cuja autenticidade foi atestada por peritos na Espanha, mas que divergiam daqueles que constavam dos registros contábeis da Odebrecht e que haviam sido utilizados para formular as acusações da Lava Jato. O fato, em si, coloca em xeque a idoneidade das provas utilizadas na operação.

Mas, diferente do que ocorreu na Espanha, os documentos não foram devidamente submetidos à perícia aqui no Brasil, tendo o juiz Sérgio Moro inclusive, com o apoio do TRF4, recusado a oitiva de Duran no incidente de falsidade aberto no processo penal que corria contra Lula.

Nem o Ministério Público nem a Polícia Federal se dispuseram a investigar os fatos revelados, o que mostra que o combate à corrupção é só um pretexto para a existência da Lava Jato, para eliminar pessoas importantes do cenário político do Brasil e, assim, facilitar a dominação do país pelo capital estrangeiro.

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