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Há mais de três anos, quando foi iniciada, a Operação Lava Jato (verdade seja dita) nunca conseguiu ocultar os seus verdadeiros propósitos. Inicialmente vendida para a população, pela grande imprensa, como uma grande e implacável operação de combate à corrupção, a hoje desmascarada e desacreditada Lava Jato nada mais é do que um cadáver insepulto que apodrece à luz do dia, inclusive expondo ao ridículo seus personagens, simbolizados na grotesca e patética figura do juiz de primeira instância, Sérgio Moro.

Que a famigerada Operação nunca foi além e também nunca deixou de ser um instrumento de perseguição política contra a esquerda – em primeiro lugar contra Lula e o PT – isso fica claro nas indisfarçáveis incursões feitas pelos meganhas da Política Federal  contra o ex-presidente e sua família, inclusive levando a óbito sua esposa e companheira, Marisa Letícia.

Nesse momento, mais uma vez – inclusive para que não haja dúvidas sobre o caráter inquisitorial da Operação – os meganhas da Polícia Federal investem contra Lula, preparando o clima para a sua condenação pelos juízes carrascos do TRF4, de Porto Alegre.

A investida da vez é a suspeita levantada pela Lava Jato de que o filme “Lula, o filho do Brasil” (que conta a trajetória do líder operário e popular) teve financiamento bancado pela Odebrecht. Para legitimar suas suspeitas e deixar tudo sob medida para mais uma acusação contra o ex-presidente, a Polícia Federal convocou para depoimento o imoral e venal  ex-ministro Antonio Palocci, mentiroso contumaz que, despudoradamente, delatou em seu depoimento ao infame juiz Sérgio Moro vários de seus ex-companheiros de partido. “Questionado pelo delegado Filipe Hille Pace sobre a relação que supostamente teria com a produção do filme, o ex-ministro declarou que ‘deseja colaborar na elucidação de tais fatos’, mas que naquele momento ficaria em silêncio” (site 247, 04/01).

“Já Marcelo Odebrecht respondeu a uma série de perguntas sobre o caso. Durante o depoimento, a PF apresentou ao empreiteiro e-mails extraídos do seu computador e supostamente ligados ao financiamento da cinebiografia (Idem, 04/01). Posto em liberdade pelo juiz Moro, Marcelo encontra-se neste momento em prisão domiciliar em sua mansão, no Morumbi, em São Paulo.

O curioso e bizarro em mais este episódio do judiciário brasileiro – completamente desmoralizado e desacreditado aos olhos da população – é que outro filme, produzido para exortar a suposta luta contra a corrupção, mas que na prática funcionou como propaganda contra Lula, o PT e a esquerda, intitulado “Polícia Federal, a Lei é Para Todos”, cuja produção   paira a suspeita de ter tido financiamento de patrocinadores clandestinos, e que custou a bagatela de R$ 15 milhões, nenhuma investigação foi aberta para apurar fatos prá lá de suspeitos.

Fica claro, portanto, aquilo que os brasileiros de inteligência mediana já sabiam. A Operação Lava Jato já não consegue esconder (na verdade, nunca conseguiu, mas enganou alguns durante algum tempo) a que veio e ao que sempre se propôs: perseguir e acusar, sem qualquer prova, a maior liderança operária e popular do país, para inviabilizar sua candidatura à presidência,  abrindo caminho para que a direita – corrupta e exploradora – dê continuidade aos seus planos de destruição do país e de ataque às condições de vida das massas.

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