Lacaio do imperialismo, Lenin Moreno manda Assange sair da embaixada

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Nesta semana, o ex-presidente Rafael Correa declarou que os dias de Julian Assange na baixada do Equador estão contados. Seu sucessor, Lenin Moreno, capacho do imperialismo, pretende expulsar Assange do país. Dessa forma ele seria acusado pelas autoridades britânicas, o que levaria a sua extradição e prisão.

O australiano foi o fundador da WikiLeaks, uma organização sem fins lucrativos que, anonimamente, faz postagens, anônimas, sobre informações, dados e imagens, vazadas de empresas e governos, sobre temas polêmicos. Assim foi denunciado por espionagem e traição pelo governo do Reino Unido. Ele segue refugiado no Equador desde 2012, o que pode acabar se depender de Lenin Moreno que, desde que assumiu o governo, tem tal finalidade. Hipocritamente, Moreno diz que a segurança do australiano deve ser garantida. A verdade, porém, é que tais acusações podem inclusive levá-lo a pena de morte.

O australiano, que segue no Equador sem direito a comunicação, deve ser acusado pelos EUA e extraditado para América em algumas semanas. Tal acordo foi feito e reafirmado depois da visita do vice-presidente Pence ao Equador.