Cinema
Dirigido por Gregory Monro, propõe compreender melhor a vida de Stanley Kubrick, sem se prender ao raio de sua obra ou em seu conteudo crítico
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Kubrick dirigindo "Barry Lyndon" em 1975 | Foto: Reprodução

Começa, na 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, o lançamento do filme “Kubrick por Kubrick”, que diz desafiar muitos dos clichês e mitos acerca do grande diretor americano. O diretor é um dos mais populares nos Estados Unidos e no mundo, suas obras foram destrinchadas de vários ângulos diferentes por críticos ao longo dos anos e seus filmes são considerados obras de arte inigualáveis. Com o estado “cult classic”, ou classico, que seus filmes atingiram, o diretor ganhou uma aura de intelectual e artista que, com sua morte, acabou se solidificando na imagem mais aceita do diretor.

“Kubrick por Kubrick”, dirigido por Gregory Monro, se propõem a compreender melhor a vida de Stanley Kubrick, sem se prender ao raio tremendo de sua obra ou em seu conteúdo críptico, muito menos na maestria pelo qual o diretor criou seus filmes mais intricados, tópico já muito coberto pela mídia tradicional. Monro inicia seu trabalho com as entrevista de Kubrick por um critico francês, Michel Ciment, reunidas no Livro “conversas com Kubrick”, lançado em 2013 pela editoria Cosac & Naify. Além de Áudios deste trabalho, também há entrevistas com atores que fizeram parte de seus filmes mais icônicos, como Malcolm Mcdowell, ator principal do “Laranja Mecânica”.

Stanley Kubrick (1928-1999) foi um diretor que preferia não dar entrevistas ou falar sobre seus filmes, alegando que a expressão artística de um autor é perdida quando as intenções de um artista são reveladas. O primeiro filme feito por Kubrick foi “Fear and Desire”, Medo e Desejo, que foi feito com dinheiro arrecadado por apostas em partidas de xadrez, que jogava muito bem. O diretor depois relatou que não gostou de como o filme ficou.

Depois deste filme, Kubrick dirigiu “Killer’s Kiss”, e depois “The Killing”, filme sobre roubo de apostas de corrida de cavalo. Parece que em sucessão o diretor fez filmes que fizeram sucesso e que hoje são considerados icônicos. Depois de “The Killing”, lançou “Paths of glory”, filme sobre soldados na primeira guerra mundial e a corte marcial pós guerra, depois, “Spartacus”, lendário filme sobre o escravo romano. Depois, “Lolita”, seguido de “Dr.Strangelove”, que é um filme que discursa de maneira irônica a questão da política da guerra fria. Seguido de 2001: Uma odisseia no espaço, sua obra mais famosa, lançada um ano antes do lançamento dos astronautas americanos a lua em 1969. Depois, “Laranja Mecanica”, seguida, “Barry lyndon”, e após, o “Iluminado”, filmes altamente críticos, alvo de fantástica teoria.

A mostra internacional de cinema paulista acontece em plataforma digital pelo youtube e é grátis, com filmes de todo o tipo disponíveis gratuitamente e online.

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