Perseguição da justiça
Nota do Partido da Causa Operária sobre a perseguição da justiça eleitoral e da imprensa burguesa ao Partido.
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Nina Tenório, Candidata à prefeitura em Maceió
Nina Tenório, Candidata à prefeitura pelo PCO em Maceió | Foto: Reprodução

De maneira totalmente ilegal e arbitrária, o cartório eleitoral bolsonarista de Maceió se recusou a registrar, dentro do prazo legal, as candidaturas do PCO na cidade. Justamewnte por se tratar de uma ação ilegal por parte do sistema judiciário, o partido não apenas está recorrendo judicialmente como a compnheira Nina Tenório, escolhida pelo partido, é a candidata à prefeitura da cidade e a campanha será feita normalmente, inclusive denunciando a justiça e a imprensa golpista que procura ignorar a candidatura do PCO.

Segue uma explicação mais detalhada dos ocorridos

No dia 2 de outubro, um representante do PCO em Alagoas compareceu dentro dos prazos legais ao Cartório da Primeira Zona eleitoral de Maceió para registrar a candidatura dos companheiros Nina Tenório a prefeita e de Leonardo Felix a vereador para representar o Partido da Causa Operária nas eleições municipais.

O problema ocorreu quando o servidor público do cartório, Kleber Torres, que atendeu o companheiro do PCO se negou a registrar a candidatura do partido alegando que o militante precisaria apresentar um pedido coletivo do partido para o lançamento das candidaturas, quando o representante do Partido disse que possuía a ata da convenção que o partido realizou para o lançamento das candidaturas o servidor do cartório também não quis aceitar o documento.

Ainda no mesmo dia, a assessoria jurídica do PCO entrou em contato com o cartório e denunciou que o que estava ocorrendo, na verdade, era uma cassação dos direitos políticos do partido e de suas candidaturas na cidade. O Advogado do Partido pediu então para que o Servidor Público assinasse um documento relatando que estava negando a receber as candidaturas, Algo que Kleber, do cartório, também se recusou a realizar. 

Após todos esses problemas, Kleber ordenou que o companheiro do PCO se retirasse da sala pública, e depois que o militante saiu do cartório, Kleber ainda tentou intimidar o militante aos gritos, dizendo “Você é massa de manobra, nem sabe o que está fazendo aqui”, num claro surto bolsonarista do servidor que supostamente deveria servir ao povo.

“Trata-se de, em primeiro lugar, uma perseguição política a uma candidatura de um partido operário que não tem nenhuma relação com a quadrilha local. Em segundo lugar, é uma aberta cassação dos direitos políticos do PCO, de seus candidatos em Maceió e de todos os seus militantes, filiados e simpatizantes”, disse o Advogado dr. Juliano Lopes sobre o caso.

O que ocorre é uma verdadeira ditadura do sistema judiciário, onde a justiça que escolhe em quem a população pode votar e até mesmo quem pode ou não participar das eleições, algo totalmente antidemocrático, se o povo não pode escolher mais nem seus próprios representantes a suposta democracia que existe é fajuta e as eleições são fraudadas, é algo completamente escancarado. 

Vários portais de notícias da imprensa burguesa também se recusaram a entrevistar a candidata Nina Tenório. como por exemplo a imprensa golpista G1, que alegou que a candidatura não consta no divulgacand no sítio do TSE, tratando o partido como mentiroso quando nosso militante disse que a candidatura era sim legítima. Porém entre acreditar em um partido operário que possui provas sobre a legitimidade da candidatura e acreditar na justiça bolsonarista é óbvio que uma imprensa que apoiou o golpe de 1964 e de 2016 não será em favor do primeiro.

Esses não foram casos isolados, os ataques ao PCO ocorrem em nível nacional. Como no exemplo do candidato Victor Assis em Recife-PE que em um debate na UFPE, onde além de censurar os cartazes de fora Bolsonaro que estavam atrás do companheiro, cortaram diversas vezes seu tempo de fala. Ou o caso do companheiro Luiz Delvair, candidato à prefeitura em Porto Alegre que foi censurado em um debate organizado pelo Fórum do MDCA – Direitos da Criança e do Adolescente, que foi censurado em um debate por ter colocado a palavra de ordem de fora Bolsonaro.

Os ataques ao Partido ocorrem em um momento em que o partido está crescendo mais que nunca, um exemplo disso é o número de candidatos do PCO nas capitais que triplicou esse ano, tendo lançado candidatos em mais de 140 cidades. É uma clara tentativa de suprimir o Partido, o único que realmente faz uma política combativa contra a direita, que não tem ligações com a burguesia, que coloca o fora Bolsonaro como principal palavra de ordem, que defende a candidatura de Lula em 2022, que denuncia a fraude eleitoral e a ditadura do judiciário que atropela a vontade da população.

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