Perseguida política
Ex-presidenta e atual vice-presidenta eleita é alvo de uma série de ações judiciais motivadas por interesses políticos da direita argentina contra o nacionalismo burguês
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Direita, no entanto, não cessa a perseguição contra Kirchner. Foto: Mídia NINJA |
Buenos Aires, 20 dez (Prensa Latina) A justiça argentina considerou inocente hoje a vice-presidenta Cristina Fernández de Kirchner em uma das várias causas abertas contra ela, em que foi acusava de ‘insolvência fraudulenta’.
Segundo vários meios da imprensa local, a ex-presidenta, que tem denunciado ser vítima de uma perseguição judicial e política sem precedentes, foi acusada de colocar bens em nome de seus filhos para evitar responder a embargos em causas penais.

A denúncia tinha sido apresentada pelo advogado Santiago Dupuy De Lome em 2016.

Finalmente, o juiz federal Luis Rodríguez inocentou Kirchner depois de uma série de medidas de prova e argumentou que a cessão de direitos hereditários que a acusada realizou a favor de seus filhos Máximo e Florencia Kirchner ocorreu antes de que fosse processada e embargada.

Assim mesmo, argumentou que a denúncia tinha também irregularidades de tipo legal: ‘o delito de insolvência fraudulenta não se tem como objeto punir o insolvente, mas sim o devedor fraudulento que finge insolvência ou que realiza atos dispositivos de seu patrimônio com o único objetivo de evadir uma obrigação civil. Isso não ocorreu’, explicou.

Em outubro passado, a justiça argentina encerrou outros dois processos contra a ex-presidenta por uma das várias causas abertas contra ela, em que era acusada de suposta corrupção.

A Câmara Federal revogou duas causas vinculadas a outra acusação conhecida como ‘A fotocopia dos cadernos’, nas quais tentavam vinculá-la a suposta malversação na compra de Gás Natural Liquefeito, e outra conhecida como ‘corredores vias’ por supostas coimas (subornos) que teriam pago empresários.

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