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A recém- empossada presidenta da Associação dos Magistrados do Estado do Rio (Amaerj), Renata Gil, concedeu entrevista à BBC Brasil, reproduzida no sítio UOL, na qual foi tratada a intervenção do exército no Estado do Rio de Janeiro. A posição da magistrada, já expressa em seu discurso de posse, não apresenta nenhuma novidade. Seu apoio é total. Diz que vê a intervenção com bons olhos e que o problema tem que ser tratado além da segurança pública “porque se o Estado sai, o tráfico retoma.”

Este foi o tom geral da entrevista na qual em meio a chavões e a elogios para todos os lados, em particular para os militares, a única preocupação da presidenta da Amaerj é deixar claro que ela não tem intenção de incomodar. A manifestação de uma representante dos magistrados de um estado importante como o Rio de Janeiro sobre um assunto de tamanha importância em termos que não vão além do senso comum hegemônico e não contém um mínimo de juízo crítico é assustador e demonstrativo da gravidade da fase que atravessamos.

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