Ditadura do Imperialismo
Assange interrompeu a fala do advogado gritando “tolice”, enquanto o mesmo o acusava de algo absurdo para defender sua extradição ilegal aos EUA, para tortura-lo ainda mais.
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Fundador do Wikileaks, Julian Assange, no tribunal em Londres | Foto: reprodução

A juíza inglesa Vanessa Baraitser ameaçou nesta terça-feira (8) o ativista Julian Assange, fundador do WikiLeaks, que está lutando para evitar uma extradição do Reino Unido aos Estados Unidos, de ser retirado da sala do tribunal e julgado sem estar presente se continuasse interrompendo os procedimentos.

O imperialismo dos EUA acusam o australiano, de 49 anos, de conspirar para invadir computadores do governo e de violar uma lei de espionagem devido à divulgação de mensagens confidenciais pelo WikiLeaks em 2010 e 2011.

No atual capítulo da novela de perseguição do imperialismo contra as liberdades de quem luta contra sua ditadura mundial, Assange gritou na cessão, “tolice”, quando James Lewis, um advogado do governo dos EUA, disse a uma testemunha que o fundador do WikiLeaks está sujeito a procedimentos de extradição por causa da publicação dos nomes de informantes, e não por lidar com documentos vazados.

A juíza disse a Assange que ele não deveria se pronunciar, embora vá ouvir coisas com as quais discordará e que desejará refutar.

“Se você interromper os procedimentos e atrapalhar uma testemunha que está dando seu depoimento devidamente, está aberto a mim continuar sem você em sua ausência”, disse Baraitser.

“Isto, obviamente, não é algo que desejo fazer. Estou, portando, lhe dando um aviso claro”, acrescentou.

Foi a segunda ocasião em que Assange compareceu à corte desde que suas audiências de extradição recomeçaram, na segunda-feira. Elas tiveram início em fevereiro, mas foram adiadas durante alguns meses e em seguida foram prorrogadas ainda mais por causa do isolamento nacional imposto para conter a disseminação da Covid-19.

Assange é um prisioneiro do imperialismo, da extrema-direita, dos EUA, do Reino Unido, foi entregue em conjunto com o presidente golpista do Equador, que retirou sua estadia na embaixada onde a polícia britânica não poderia entrar, mas onde ela invadiu para prende-lo. É uma ação mundial do imperialismo para calar, torturar, um ativista que denunciava as atrocidades dos EUA no Oriente Médio, e os diversos golpes pelo mundo.

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