Privatização da Petrobras
Seguindo a ordem estabelecida dos patrões e seu governo, Luiz Fux, defensor da Lava Jato, interrompeu a votação para que a Petrobras seja melhor entregue aos abutres internacionais
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Bolsonaro e Paulo Guedes não querem que a privatização tenha licitação e passe pelo congresso | Foto: Reprodução

Com uma campanha intensa para entregar o patrimônio do povo brasileiro, como a Petrobras, desde janeiro de 2019, quando o fascista Bolsonaro, em uma eleição fraudada tomou posse, se colocou à tarefa de realizar essa tarefa.

Nesse ano de 2020 já ocorreram várias investidas e entregas de plataformas, bem como de diversos ativos da Petrobras, esse diário vem denunciando o tamanho ataque desferido aos trabalhadores e ao conjunto da população brasileira, por intermédio do presidente da empresa o Roberto Castello Branco, juntamente com o banqueiro, neoliberal e ministro da economia Paulo Guedes, com o plano de entrega-la totalmente aos capitalistas internacionais, principalmente.

Desta forma, a Petrobras sendo dividida em pedaços para facilitar a entrega. Estão fatiando a empresa, criando subsidiárias, uma forma de burlar a legislação. O esquema dos capachos do imperialismo, do Bolsonaro e toda a sua trupe, incluindo o Supremo tribunal Federal (STF) que decidiu que as subsidiárias não precisam passar pelo congresso ou mesmo de licitações para serem privatizadas, que pese esse punhado de golpistas como o legislativo também iria ter a mesma postura de entrega de um dos maiores patrimônios do país.

No entanto, na última sexta-feira (18) a justiça, que defende o status quo, ou seja, a norma estabelecida dos patrões e seu governo começaram a realizar uma votação, diante do julgamento referente à Reclamação 42576 feita pelas mesas diretoras do Senado e da Câmara dos Deputados Federais, após denúncia da FUP durante a greve dos petroleiros, em fevereiro deste ano. (FUP – 22/09/2020)

Como de costume, o atual presidente do STF, ferrenho adepto da Lava Jato, o Luiz Fux fez com que as coisas voltassem à realidade no colendo tribunal interrompendo o julgamento. Já haviam votado Edson Fachin, Ricardo Levandowski e Marco Aurélio de Mello, ambos contrários às medidas do governo Bolsonaro que, através de seu pupilo, o Roberto Castello Branco, já havia colocado para doação metade do parque de refino da Petrobrás. É a política de que os abutres internacionais podem levar tudo.

Agora o julgamento do processo será remetido ao Plenário do STF, onde os ministros que já haviam votado terão que fundamentar novamente os seus votos na sessão por videoconferência. A análise do caso em plenário ainda não tem data definida. (FUP – 22/09/2020)

Não depositar nenhuma confiança na justiça

Na terça-feira, 22, a FUP realizou um encontro com os petroleiros, meio que apostando todas as fichas no STF, em seu artigo disse: discutiu sobre a importância do julgamento no STF e as ações que a FUP e seus sindicatos vêm realizando para barrar as privatizações no Sistema Petrobras. A live teve participação do coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, do diretor Mário Dal Zot, que também é presidente da Associação Nacional dos Petroleiros Acionistas Minoritários da Petrobras (Anapetro), do advogado, Angelo Remedio Neto, do escritório de advocacia Garcez, que vem conduzindo ações dos sindicatos para barrar as privatizações, e a mediação do diretor de comunicação da FUP, Tadeu Porto.

Avançar com a experiência da greve de fevereiro

Enquanto o governo está fazendo planos para privatizar indiscriminadamente, todas as estatais do país, como Correios, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, Eletrobrás, etc., plano esse perseguido desde o início do governo golpista do fascista Bolsonaro, tendo como um de seus principais articuladores o discípulo de Milton Friedman, da escola de Chicago, ou seja um Chicago Boy e, seu amigo de faculdade o entreguista Castello Branco já, de uma tacada só resolveu dar cabo de metade da Petrobras, o congresso, e a justiça fazem o mesmo papel, portanto as direções sindicais não devem depositar nenhuma confiança nessa corja de bandidos.

Em fevereiro, o governo, a direção da empresa percebeu que, com a mobilização dos trabalhadores, os ataques se tornam mais difícil de serem realizados, portanto é necessário que as direções dos petroleiros atuem no sentido de, antes de tudo, mobilizar os trabalhadores, a sociedade, exigir o apoio do conjunto das direções operarias das estatais para impor uma derrota a essa política de dilapidar o país.

É preciso aprofundar a luta pelo fora Bolsonaro e todos os golpistas, e lutar por eleições gerais, com Lula candidato.

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