No pior momento da pandemia
O exame levará inevitavelmente à aglomeração de milhões de estudantes
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São Paulo - O pecuarista José Carlos Bumlai na saída da sede da Justiça Federal. Bumlai, foi participar de uma acareação com o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, por videoconferência, no processo da Operação Lava Jato (Rovena Rosa/Agência Brasil)
Justiça Federal de São Paulo | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Nesta terça-feira (11), a Justiça Federal de São Paulo manteve para os dias 17 e 24 de janeiro a realização das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O pedido para adiamento da data havia sido feito pela DPU (Defensoria Pública da União) na semana passada.

Milhões de jovens deverão fazer o Enem. Se, por um lado, já seria absurdo manter o vestibular em meio à pandemia, em que a maioria dos estudantes não teve condições algumas de se preparar para o exame, por outro, a aglomeração inevitável entre aqueles que farão o teste poderá levar a um aumento extraordinário no número de casos da doença.

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