Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Justiça
|

Na última sexta-feira (11), toda a esquerda foi surpreendida com a decisão da juíza, Débora Faitarone, da 1ª Vara do Júri da Justiça Estadual de São Paulo, ordenando a prisão preventiva do ex-vereador da cidade de Diadema pelo Partido dos Trabalhadores (PT) Manoel Eduardo Marinho, o Maninho do PT, e de seu filho Leandro Marinho, que reagiram as provocações de um coxinha que ameaçava o senador da República Lindberg Farias (PT-RJ) em frente ao Instituto Lula, justamente no dia do pedido de prisão do ex-presidente Lula. A juíza alega que a reação foi uma tentativa de homicídio.

A decisão em si já é absurda, pois fica claro que os dois militantes do PT não tiveram a intenção de matar e que foi apenas um acidente na expulsão do provocador coxinha.

Mas o que chama a atenção é como o judiciário golpista trata os casos da direita e da esquerda. A mesma juíza que pede a prisão com acusações absurdas, foi a que absolveu o PM Danilo Keity Matsuoka e outros cinco PMs de assassinato e fraude processual em outros dois casos de assassinatos, que resultou na morte de quatro pessoas, sendo dois adolescentes. Já são conhecidos.

Já, no entanto, em outros casos o Judiciário não tem a mesma defesa pela vida. É importante lembrar que no mês passado no Mato Grosso do Sul, a juíza Cristiane Aparecida Biberg de Oliveira, da 1ª Vara da Comarca de Caarapó, entendeu que o latifundiário Orlandino Carneiro Gonçalves, acusado de matar as tiros o Guarani Kaiowá Denílson, “não teve objetivo de matá-lo, apesar de ter confessado o disparo”. Detalhe é que o indígena foi assassinado com um tiro na cabeça.

Outro caso são dos policiais que massacraram os trabalhadores sem-terra em Pau d`Arco, onde Tribunal de Justiça do Pará mandou soltar os nove policiais acusados de terem planejado os assassinatos, falsidade ideológica, prática de homicídio consumado, homicídio tentado, tortura, associação criminosa e fraude processual. O mais importante é que somente foram presos novamente após dois policiais denunciarem, com medo de sofrerem “queima de arquivo”, o que ocorreu no dia do massacre.

São alguns exemplos de muitos casos, mas que revelam que o Poder mais reacionário do País, a justiça burguesa, tem lado. Existe para servir a classe dominante, os latifundiários e a burguesia, reprimindo e cometendo as maiores arbitrariedades jurídicas contra a população pobre e trabalhadora, e principalmente contra militantes de movimentos de esquerda e de luta por direitos.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas